Paul aqueceu água para banheira, a deixando sentada enrolada na cama, ele não tinha certeza do que estava fazendo, sentia uma necessidade incontrolável de cuidar dela, não queria que ela estivesse ferida, no corpo e na alma. Desejava que estivesse bem, de uma forma que desconhecia. Ele verificava se a água não estava quente demais ou fria, tinha tudo preparado, adicionando produtos que gerassem espumas sem arder os machucados de Andreia. Andreia esperava ansiosa e um pouco incomodada com a situação, o fato de ser mais nova, não tornava uma criança, também não achava que era velho o suficiente para tratar como uma, pois, sabia que Paul tinha na faixa dos quarenta anos. “Apenas vinte anos mais velho” ela pensava dando um sorriso, lembrando-se dos poucos rapazes que se envolveu, todos qu

