Capítulo 5

1603 Palavras
Clarke POV O elevador para e as portas se abrem revelando Reynolds com a acompanhante de Jefferson. — Uau.— Ela murmura. Seus olhos se arregalam quando ela olha ao redor da minha cobertura. Jefferson está no banheiro, deixando-me fazer gentilezas. Isso pode ser estranho. Ela parece familiar. Ela é a loira da noite passada? — Jefferson não vai demorar. Clarke Johnson.— Dou um passo à frente e coloco minha mão para apertar a dela. Ela pega e sacode com entusiasmo. — Clarke Johnson, o homem de negócios?— Seus olhos se arregalam um pouco mais. — Algo parecido.— Eu murmuro — Posso pegar uma bebida para você? — Água seria bom.— Ela entra na cozinha e coloca sua bolsa e um envelope no balcão, em seguida, desliza para um dos bancos com tampo de couro. Pego uma garrafa de água mineral da geladeira e coloco na frente dela junto com um copo. — Blake.— Jefferson desce as escadas correndo, recém-banho e vestindo uma camisa branca com um dos meus blazers Armani. Filho de uma ... — Jefferson.— Ela se vira e sorri amplamente. Ela tem bons dentes, eu vou dar isso a ela. — Eu vejo que meu irmão te trouxe uma bebida. Você está... Linda.— Ele gagueja. Ele está nervoso. Quero rir. Ele nunca fica nervoso perto de mulheres. — Obrigado. Isto é para você.— Ela empurra o envelope sobre o balcão para ele junto com uma caneta — Eu preciso que você assine antes que possamos ir.— Jefferson olha para o envelope e o abre lentamente. — Um acordo de não divulgação.— Ele passa o dedo indicador sobre as palavras. — Significa apenas que você não pode divulgar nenhuma informação, detalhes ou fotos de Pamela para a imprensa.— Ele ri e olha para mim. — Eu sei o que é um NDA.— Ele pega a caneta e assina o acordo. — Agora que está tudo resolvido. Vamos?— Eu assisto divertida, mas um pouco chocada, enquanto ela se levanta, arruma o vestido, levanta o decote e joga o cabelo por cima do ombro. Elegante. — Não me espere acordado.— Jefferson mexe as sobrancelhas e corre para pegá-la passeando até o elevador. Levo meu macarrão com queijo para meu escritório e me enterro em planilhas pelas próximas 2 horas. Quando me canso, levo meu prato vazio para a cozinha e vou para o meu quarto. Talvez eu deva procurar um novo sub. Não pode fazer nenhum m*l olhar certo? Deus sabe que eu preciso de algo. Algo como Pamela Steve , meu subconsciente grita para mim. Estou prestes a ligar o chuveiro quando meu celular começa a tocar. — Johnson.— Eu estalo — Meu irmão.— Jefferson responde, bêbado. Maldito i****a. — O que você quer Jefferson? — Desce cara. Essa festa é um absurdo pra Caramba.— Ele grita no telefone. Eu seguro o telefone longe do meu ouvido — Eu posso te colocar dentro. — Por que diabos eu iria querer descer e ver você fazer papel de bobo? — Porque, Pamela está aqui e se você pensou que ela estava quente ontem, você vai molhar suas calças hoje à noite tentando apagar o fogo. Vamos mano. Viva um pouco. O segurança está feliz com sua verificação de antecedentes. Você é um bom homem. Pode curtir com a gente. Minha queixo cai e quase rola para debaixo da mesa, e eu solto uma respiração profunda. Eles fizeram uma verificação de antecedentes sobre mim? Não sei se gosto disso. Eu sei que eles não vão encontrar muito. A maior parte da minha história foi paga. Meus antecedentes dizem o que quero que saibam. Não fazem ideia da verdade a meu respeito. Acho que posso ir conferir — Onde você está? Ele me diz onde eles estão, em um clube popular situado no centro de Seattle, não muito longe daqui. Celebridades adoram esse lugar, previsível. Eu tomo banho e me visto, então ligo para Reynolds e digo a ele que estou saindo. Quando paro do lado de fora do clube, há um exército de paparazzi fervilhando na entrada. Talvez eu devesse ter comprado Reynolds. Eu estaciono meu RS6 em uma das poucas baias vazias ao redor e ando pela frente. Estou cego por luzes piscando. — Ei, é Clarke Johnson.— Um dos repórteres locais grita. — Clarke... Você é amigo de Taylor Carter? — Sr. Johnson, como você conhece Pamela Steve? — Sr. Johnson, Pamela e Taylor estão tendo um caso? Eu abaixo minha cabeça e passo direto por eles. Isto é ridículo. Quando chego à entrada sou parado por 4 seguranças. — Clarke Johnson.— Eu sibilo, lamentando ter vindo em primeiro lugar. Eu odeio paparazzi e farei qualquer coisa para evitá-los. O que eu estava pensando? Você estava pensando nela ! Meu subconsciente sorri. Um dos homens olha para uma lista em sua prancheta e acena para um dos outros homens que desce a corda e me deixa passar. O clube é escuro, barulhento e quente. Luzes azuis e vermelhas estão piscando, a música está alta e as garrafas estão tinindo por toda parte. Passo pelos corpos em movimento em direção ao bar. Chegar lá é fácil. Todos estão concentrados na pista de dança, sem prestar atenção em mim. Olho para ver no que todos estão tão focados. Então eu a vejo. Ela não é difícil de identificar com suas longas tranças chocolate e pernas até o pescoço. Ela está vestindo saltos agulha pretos, shorts pretos minúsculos e um top preto sem mangas adornado com lantejoulas prateadas ao redor do decote e ombros. Ela parece incrível. Suas mãos estão acima de sua cabeça e seus quadris estão se movendo no ritmo da música. Eu me sinto ficando duro observando a maneira como seu corpo está se movendo. É suave e sem esforço, olhando para ela você pensaria que ela era uma dançarina, não uma atriz. Ela dobra os joelhos e se move de volta. Alguém agarra suas mãos por trás e começa a se mover com ela. Ela ri e se inclina em seu aperto. Meus olhos se movem para seu companheiro de dança. Cabelos escuros, pele bronzeada. Ele se parece com o garoto que fica aparecendo no google nas fotos dela. Não consigo mais assistir. Eu me viro e peço uma bebida. — Uísque com gelo.— Consigo chamar a atenção dos bartenders. — Mano, você veio!— Jefferson dá um soco no meu ombro. — Eu não vou ficar muito tempo.— Eu murmuro e tomo minha bebida. — Tanto faz. Venha. Aqui embaixo.— Eu o sigo pelos poucos degraus até a pista de dança e atravesso para uma área isolada onde há vários sofás de couro em forma de ‘U’, mesas de álcool e um bolo de aniversário meio comido no meio de uma das mesas. — Clarke...— Blake se levanta e tropeça — Você veio.— Ela joga seus braços em volta de mim. Eu me encolho e me afasto. Ela está bêbada. — Deixe o pobre homem em paz.— Ouço uma voz suave atrás de mim. — Pamela, este é meu irmãozinho do meu gostoso. Clarke, Pamela.— Jefferson aponta para trás de mim. Eu congelo momentaneamente, mas rapidamente saio e me viro para ver a mulher que estrelou meus sonhos na noite passada. Ela engasga, e sua mão voa até a boca. Então ela cora e sua mão cai ao seu lado. Ela morde o lábio e parece envergonhada. É adorável. Que p***a é essa, Johnson – quando ‘adorável’ já esteve em seu vocabulário. — Pamela.— Eu aceno, um pequeno sorriso no meu rosto. — Clarke.— Ela respira. Seus olhos pareciam aliviados, como se ela tivesse acabado de descobrir que o mundo realmente é redondo. — Acho que devemos dar-lhes um momento.— Blake ri. Eu me recuso a tirar meus olhos dos de Pamela. Se esta é a última vez que a vejo, não quero perder um segundo. Ela levanta a mão e acena para Blake, seus olhos também se recusando a se mover. O que ela está pensando agora? — Você, hum, quer uma bebida?— Ela murmura, e se move em direção à mesa de álcool. Meus olhos varrem suas pernas. Se ela fosse minha, eu a colocaria no meu joelho por usar esses shorts em público. Mas já que ela não é minha, estou mais do que feliz em admirá-la. Imagens dela espalhada na minha cama passam pela minha mente, suas pernas estão penduradas sobre meus ombros, os saltos de seus saltos agulha cavando nas minhas costas. — Aliás, você bebe?— Ela pergunta novamente. — Claro, o que quer tomar comigo? — Quem saiba quer perder o rumo, penso e abano minha cabeça. Ela me olha, examinando da cabeça aos pés, em seguida, foca de volta no meu rosto. — Vamos ver... sapatos de grife – Fratelli, se não me engano. Jeans de grife, camisa de grife, blazer feito sob medida... Gin com tônica? Hendricks? Eu sorrio. Ela é mais do que apenas um rostinho bonito — Por favor. Ela sorri presunçosamente de volta e se vira para me preparar uma bebida. Quando ela se vira, ela me entrega um copo. Hendricks, com uma fatia de pepino. Seus dedos roçam minha mão quando eu alcanço o copo e um choque de energia dispara pelo meu braço. Agarro o copo com força para não deixá-lo cair. Seus dedos permanecem nos meus e eu vejo quando sua boca se abre e sua língua varre seu lábio inferior. Estou fodido!
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