Em Tarawa, no principal atol do Kiribati, os ventos sopram suavemente, sacudindo as folhas dos coqueiros. Um frescor entra nas casas, levando paz e tranquilidade.
Paz era algo que não havia mais no mundo em 1943, mas ainda era possível ter essa sensação ao caminhar pela areia do grande atol.
Tarawa está no coração dos atóis de Kiribati, entre Bairiki e Bonriki.
A laguna de Tarawa é um manancial que abriga peixes e algas e um ponto de turismo paradisíaco.
A primeira vez que Allan Smith viu a laguna de Tarawa se apaixonou. "É aqui onde eu quero ficar", disse ele, mesmo antes de haver conhecido o seu grande amor, Saainwa.
Apesar da forte presença dos j*******s, até então, Kiribati estava sob a posse da coroa britânica.
Haviam "duas capitais", Bairiki (sob posse do Império do Japão) e Tarawa (sob o domínio norte-americano).
Os j*******s não estavam interessados apenas na posição geográfica estratégica do Kiribati. Os atóis possuíam grande reserva de fosfato.
Estava em jogo o direito de exploração do mineral, algo que não era ainda feito pelos ingleses.
Os j*******s estavam empolgados com a reserva e traçaram um plano para a exploração.
O mais incrível é que os atóis não estão muito juntos. Kiribati é o único país do mundo presente nos quatro hemisférios (norte, sul, leste e oeste). É um vasto país, abrangendo desde a Micronésia até a Polinésia.
No século XVI, os nativos tiveram o primeiro contato com europeus, espanhóis que cruzavam a região.
Havia uma enorme relação de Kiribati com Tuvalu e ilhas Ellice. Porém, durante os anos de 1942 e 1943, enquanto Tuvalu estava sob o domínio do Império do Japão, Ellice estava sob o domínio britânico.
Allan Smith estava sob o domínio do coração de Saainwa. Os dois estavam apaixonados e não escondiam mais essa paixão.
Em casa, se amavam profundamente. Quando Allan estava na base, a saudade tomava conta dos dois. Já eram inseparáveis.
Carregavam juntos um imenso amor que não cabia no grande atol.