ARMAMENTOS NOVOS
Smith e Spruance aguardavam ansiosos na base em Tarawa pela chegada dos novos armamentos de guerra. Estavam com um grande contingente de homens e precisavam que todos eles estivessem devidamente armados.
– Precisamos de mais munição. – Argumentou, Smith.
– Está bem. Dentro de poucos dias, a nossa base da Nova Zelândia enviará um navio com armamentos e munições.
– Está certo, comandante.
Spruance havia solicitado uma grande quantidade de explosivos, coletes, munições e armas. Era uma tarefa difícil preparar um grande exército. Precisavam treinar situações de guerra em que a munição não poderia falhar.
“Uma guerra se vence com muita garra e munição. Não se pode aceitar que a adrenalina seja desperdiçada nem mesmo por um segundo por conta da falta de munição”. Esse era o pensamento do almirante Snow, que trabalhava na base do Hawaii.
– Tudo certo para o treinamento? – Perguntou Spruance a Smith.
– Certo, senhor.
– Pode apresentar os homens ao campo de treino.
Haviam montado uma imensa área de treino de tiro e situações de guerra. Aquela seria uma batalha do “tudo ou nada”, não poderiam fracassar.
– Homens meus, nobres companheiros, esta batalha a ser travada deve ser feita com todo o vigor possível. Vocês precisam doar corpo e alma. É o nome de nossa nação que está em jogo. – Spruance sabia bem o quão importante era aquela batalha no Kiribati.
Vencer o Império do Japão não era uma tarefa tão fácil. Os j*******s eram homens bem armados e com uma excelente estratégia de guerra montada. Seria uma derrota certa se tentassem invadir Betio de forma despreparada.
Pensando nisso, Smith e Spruance montaram um grande exército muito bem preparado para o combate. Eram fortes e habilidosos homens, dos mais corajosos do exército norte-americano.
– Ou tudo ou nada. – Disse Smith ao ver o mar dos atóis refletindo os raios de Sol.
Os dias foram corridos e Smith pouco pôde dar atenção à sua amada Saainwa.
– Meu anjo, tenho que ir.
Ela pouco entendia a língua inglesa, mas já havia aprendido bastante coisa com Allan. Fez uma cara de protesto, mas teve que aceitar. Aqueles dias eram corridos e tudo indicava que uma batalha seria travada em breve. O que ela tanto temia era essa batalha.
O navio, depois de nove dias da solicitação por Spruance, chegou ao atol de Tarawa. A travessia foi um tanto perigosa e arrastada, haja vista que os j*******s estavam por toda a parte. Felizmente, chegou bem ao seu destino.
– Almirante Spruance, aqui está.
O carregamento foi feito e todos os homens ajudaram na retirada dos armamentos e explosivos. Eram muitas caixas e pacotes com o conteúdo bélico.
– Este grande arsenal nos será muito útil. Muito obrigado! – Spruance agradeceu aos tripulantes da base neozelandesa.
Eram armamentos pesados como: a submetralhadora Thompson, submetralhadora mp40, armas curtas (Mauser C96, Colt M1911, M1917, Browning Hi-Power, Luger P08), rifles (M1, Springfield), submetralhadoras M3, M50 e MP18, como também muitas metralhadoras Browning. Além desses, espingardas e lança-chamas. Armas antitanque M1 e M18 e muitas granadas (incluindo coquetel Molotov).
O almirante estava confiante e sorridente. Ao lado dele, o apoio de Smith era de muita valia. Estavam seguros que seria uma excelente batalha contra os j*******s.