• Capítulo 37 •

1367 Palavras

Rubens Erdoğan ☠. No instante em que fechei a porta do carro de Alencar, a conversa com Felipe invadiu minha mente. Ele insistia que eu sempre fui apaixonado por Ana, e isso é ridículo. Tudo bem, depois dos dezoito, comecei a enxergá-la com outros olhos, mas… “Qual seria o problema?” Minha consciência insistia em questionar. A princípio, nenhum. Ana era do mesmo mundo que o meu. Uma assassįna como eu, entendia meu trabalho, nunca precisaria explicar o motivo de chegar coberto de sanguę. Ou de estar trancado no quarto mexendo com dados federais. Essas pequenas questões nunca existiriam com ela. O problema real era eu. Eu, assumidamente, era um dominador. Gostava de certas coisas, precisava de certas coisas que talvez Ana não quisesse oferecer. Olhar com curiosidade uma sessão é uma cois

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