Sexualidade

439 Palavras
Ao ser apontado como Gay procurei perceber oque era ser gay e se por acaso eu era ou me sentia assim e percebe que não era e nem me sentia assim embora que para a sociedade eu fosse daquele jeito porque ela decidiu que eu deveria assim ser (não que seja problema ser gay pelo contrario) ‘adorei a minha fase gay” embora que forcada pela sociedade que insistia em apontar o dedo pois ela decidia quem ee oque, levando em conta apenas o seu ponto de vista e geralmente sem se importar com oque realmente acontecia. Após algumas tentativas frustradas ou seja sem sucesso de me auto conhecer como gay fui poucos aos poucos me conhecendo e durante este percurso conheci pessoas incríveis que alguns ainda fazem parte da minha vida e do meu pequeno universo como e o caso do Frede, a Gloria, Patrícia, o Christopher (o cara que notou que eu …) Aos 16 anos conheci a Luciana ( a mina por quem eu me apaixonei e sim com quem perde a virgindade embora sendo Gay ate para o irmão dela rsrsrs). Ela era uma garota linda que mesmo com oque as pessoas diziam de mim ela gostava de mim porem nem eu nem ela sabíamos, pois nossos mundos eram completamente parecidos tanto que em nossas canecas principalmente na minha isso não podia dar ser nem aqui nem em Marte. Porem como todo mundo já esta careca de saber o tempo e o único que e leva as suas areias e quem decide quando será e porque será. Após perceber que eu não era oque me fizeram acreditar que era perguntas com ‘quem eu sou? Oque eu sou? ” não me deixavam em paz pois como eu podia ser GAY e ainda me sentir atraído por mulheres? Isso não fazia sentido nenhum para mim e em minha cabeça tudo desmoronou. Comecei a me questionar sobretudo oque eu achava que tinha certeza e sobre coisas que ate então eu achava que não fossem para mi e me perguntava se o fato de não gostar de futebol ou não estar dentro dos padrões Masculinistas fazia de mim Gay e a única resposta que para mim fazia sentido era não. Naquele momento após o meu mundo inteiro ter desabado por completo tive que pouco a pouco aos poucos aprender a me conhecer antes de só aceitar oque o mundo dizia e deixar de ser oque o mundo queria ou esperava que eu fosse. Tive que intender que o meu mundo era diferente e que eu era também diferente e que o meu mundo não gira ele capota.
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