—Deixe-me levar você em casa. Ele fala próximo a mim. —Não força tá, por favor, eu não quero nenhum tipo de contato com você. Falo para o ser que não largou do meu pé. —Da para entrar na d***a do carro, eu não vou tocar em você, só quero que chegue em casa bem com o nosso filho. Sorrio alto com o comentário. —Nosso filho uma ova, você denominou meu bebê como bastardo, agora ele é seu filho? por favor não é Henrique, saia do meu caminho que estou indo embora. Consigo acenar para um taxi que para próximo a mim, adentro e logo em seguida o embuste entra também. —Já que não quer ir comigo, eu vou com você. Ele adentra o carro, o caminho foi em total silêncio, estávamos próximo ao prédio onde moro quando ele falou. —Desculpa se lhe fiz m*l, só não estava preparado para ser pai. Fico calada

