31- DIANA

1134 Palavras

CAPÍTULO 32 DIANA NARRANDO Desde o momento em que a Manu sentou no meu sofá, com o olhar perdido e as mãos inquietas sobre a barriga, eu soube que tinha alguma coisa errado. Tinha algo quebrado nela. Não era só medo, nem só tristeza. Era aquela sensação de quem teve o chão arrancado debaixo dos pés e ainda não sabe onde vai cair. Eu decidi ali, em silêncio, que faria tudo o que estivesse ao meu alcance pra ficar ao lado dela. Não importa o que viesse, não importa o tamanho da confusão. Ela precisava saber que não tava sozinha, que tinha alguém segurando a mão dela enquanto o mundo parecia desmoronar. Passamos praticamente a tarde inteira juntas. Conversamos, ficamos em silêncio, rimos de coisas bobas, depois voltávamos pro silêncio de novo. Mas tinha uma coisa que não me escapava: o t

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