Passei em uns mil lugares diferentes para evitar aquele encontro infernal que aconteceria mais à tarde, eu já estava puto de ter que ir a casa da minha mãe, então enrolei o máximo que eu pude. E quando o relógio marcou duas e trinta eu cedi. Eu cheguei a mansão da minha família, que parecia mais ter sido enfeitada para um carnaval, com uma expressão de poucos amigos. Até mesmo por que eu na porta eu já vi a minha mãe e o meu padrasto vestidos dos pés à cabeça com uma estampa de onça que chegou a doer os meus olhos de tão chamativas. - Finalmente chegou meu filho! – Disse minha mãe me abraçando, forte demais eu diria. - ¡Hola hijo mío! ¡Pensé que nunca llegarías! (- Olá meu filho! Pensei que você nunca chegaria!) - Disse o meu padrasto erguendo os braços para me abraçar. -

