— Falem! — Ordeno, ainda sendo mantida no escuro. Elas continuam pensativas, como que buscando as palavras, quando ouvimos batidas na porta do meu quarto. Caterine visualmente fica agradecida pela interrupção, virando para abrir a porta e quando ela abre, consigo ver o paraíso em minha frente. Todas as meninas parecem ter tirado um peso das costas e abrem caminho. As palavras fugiram, mas eu não fico parada, pulo em seus braços com todo meu coração. — Estou aqui, pequena. — George me recebe em seu abraço, envolvendo meu corpo com as duas mãos e me apertando forte. — Acabou. Não respondo nada, apenas aperto os olhos, com lágrimas de alívio escapando entre meus cílios. Permaneço agarrada a ele desejando que o tempo pare, a terra pare de girar e que nós pudéssemos permanecer assim por m

