CAPÍTULO NOVE — ANGELINE

2479 Palavras

— Angeline? A voz some, enquanto tento decifrar o que há na voz do meu pai. Apesar que nem precisa muito para perceber que ele não está nada satisfeito com minha presença. — Meu pai... — Me curvo, abaixando minha cabeça em uma reverência respeitosa. — Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui? — Perfeitamente. — George continua parecendo estar em sua própria casa, ou melhor, seu próprio palácio. — Eu precisei desviar meu caminho, por isso o atraso. Perdoe-me. Meus olhos crescem quando prendo o riso, seria um desrespeito caçoar assim do Rei. Mas ver George ignorando completamente a insatisfação do meu pai, respondendo sua pergunta como se fosse o atraso o motivo dela, quase me faz explodir. Felizmente, consigo evitar. — Por que minha filha está aqui? — Questiona. O Rei

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