Sinto algo macio embaixo do meu corpo, que agora não tem mais tremores. A respiração é lenta, mas constante. Eu morri? — Tem certeza que ela está bebendo? Precisamos dela viva para mostrar nossa boa fé quando o Príncipe for embora. Abra mais a boca dela. — Se eu morri, com certeza isso não é o céu. Porque esse covarde de tatuagem no rosto não estaria no centro da pureza. — Cale-se, Jaden, estou tentando me concentrar. Você já fez o suficiente, seu maldito! — É a Ana, muito próxima a mim. Agora eu ganhei uma cama, mas ainda na garagem que me enfiaram. Dedos finos apertam minhas bochechas, abrindo minha boca a força. Algo é despejado em minha garganta, que me fez despertar. Até imaginei que eu estava sonhando, ou que eram os meus órgãos que tinham resolvido abandonar meu corpo. Quando

