Após o jantar, Alberto acompanha Carolina até em casa. - Pontinho! Sã e salva! - disse ele. - Ah, Alberto. Não precisava, eu podia ter pego um táxi, sabia? - E deixar você andar num táxi por aí, a essa hora e sozinha?!… Nem pensar! - Bem que a Maria disse que você era um cavalheiro. - disse Carolina sorrindo. - Pois é, mas ela preferiu o jeito impulsivo do seu primo, o que fazer? - disse Alberto melancólico. - É verdade, o Estevão se deixa levar pelos impulsos dele, muitas vezes. - disse ela. - Mas uma coisa você pode ter certeza, Alberto, ele ama a Maria de verdade. - Eu sei. E ela também o ama. Dá pra notar. - Os dois passaram por muitas coisas. Merecem ser felizes, concorda? - disse ela. - Plenamente. - disse Alberto sorrindo. - Sabe? - O quê? - Me alegra muito saber que a

