Ozan Eu observo enquanto ela desfila até o lugar dela, seu corpo esbelto movendo-se com uma graça natural. Meus olhos não conseguem evitar seguir seus passos, quase como se fossem atraídos por uma força magnética. Inspiro fundo, as narinas se expandindo, enquanto tento conter o turbilhão de pensamentos que ela provoca. Porra! Estar perto dela tem sido uma tortura. Cada movimento dela é uma distração, uma lembrança do quanto eu a quero. Mas não posso permitir que isso me consuma. Preciso manter as coisas no campo profissional, encontrar argumentos sólidos para afastá-la desse ambiente sem levantar suspeitas. Não misturo trabalho com lazer; sou sistemático demais para isso, rígido com as minhas próprias regras. Mesmo assim, quero conhecê-la — verdadeiramente. De um jeito impessoal, sem qu

