Depois da segunda cavalgada, expondo meu p*u para engolir ela de novo, ela não parou mais e tudo o que eu podia fazer era admirar seus p****s saltitantes e segurar o seu quadril para potencializar as estocadas. Enchi a mão de força e dei uma bofetada em uma das bandas da lateral da sua b***a, que não estava coberta pelo short. Sua b***a subia e descia até a base. Quando a pressão começou a ficar forte, eu soube que o meu fim se aproximava. — p**a merda! Eu tô… — Ela nem terminou de falar e o seu corpo convulsionou. Ela reduziu as sentadas sobre mim e eu segurei o seu quadril, fodendo-a de baixo para cima. Ela apertou o bico dos s***s, potencializando seu próprio prazer e visualmente o meu também, com seus olhinhos azuis revirados em êxtase. Continuei rápido até que senti o orgasmo

