°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•| Sophia Ross Eu ainda não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo, parece que tudo acontecia em camêra lenta dentro desse hospital. Eu quase conseguia me lembrar dos olhos de Peter, do "eu também te amo.." que saiu dos seus lábios antes que ele me deixasse ali, naquele apartamento, sozinha. Agora, eu estava sentada no sofá da sala, com uma caneca de chá de camomila — que o médico pediu que eu tomasse, para me manter calma, não por mim, mas pelo bebê. Enquanto isso, a mãe de Peter estava sentada do meu lado, com uma expressão dura no rosto, encarando a cortina escura e de braços cruzados. Seu rosto era, sem duvidas, indecifrável. Era impossível saber o que ela estava pensando. Peter estava em coma a dois dia

