capitulo 150

1563 Palavras

📓 NARRADO POR RAFAEL “TOURO” (o dia depois — e o perigo real: Rey Santana puto) Acordei com ela respirando no meu peito. Quente. Mansa. Linda pra c*****o. E por três segundos eu esqueci do mundo, do morro, do tráfico, do Miguel, da coronel, da polícia… Só existia ela. Loirinha. Minha. Aí ela abriu os olhos. Piscar lenta. Boca meio inchada. Cabelo bagunçado que me dava vontade de casar e pecar ao mesmo tempo. Ela me encarou. E a primeira frase do dia foi: — Rafael… eu preciso ir. Eu murmurei contra o cabelo dela: — Ir pra onde, criatura de Deus? Tu tá exatamente onde devia estar. Ela empurrou meu peito, rindo da minha cara: — Meus pais, Rafael! — Eles devem estar achando que eu fui sequestrada, vendida, evaporada… sei lá! Eu sentei na cama, esfregando o rosto. — Amor,

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