📓 NARRADO POR MANU SANTANA Eu subi pro meu quarto ainda rindo da Lívia, da pipoca e do discurso homicida dela. Mas, quando a porta fechou… o riso sumiu. O cheiro do Rafael ainda tava ali. No travesseiro. No box. Na minha pele. Eu larguei o celular na cama, tirei o short… depois a blusa… Fiquei só de calcinha e sutiã, jogada de costas, o ventilador empurrando o ar quente pra cima de mim. E foi naquele silêncio que a saudade bateu. Aquele tipo de saudade que não espera nem cinco horas depois da última vez que tu viu a pessoa. Peguei o celular. Abri a câmera. Olhei pra mim mesma cabelo bagunçado, boca inchada do beijo, o peito quase saindo do sutiã. E pensei: Foda-se. Ele é meu. Abaixei um pouco a câmera, ergui o quadril, deixei a luz da janela bater nas curvas. Clique. Olh

