capitulo 152

1598 Palavras

📓 NARRADO POR RAFAEL “TOURO” (continuação — “uma cadeira, um colo e um pai homicida”) Eu cheguei na cozinha ainda tremendo. Juro. Meu joelho parecia de gelatina velha. Sentei na primeira cadeira que vi, tentando respirar como um ser humano normal. Manu, porém… Manu não tem interesse nenhum na minha sobrevivência. Ela veio andando devagar, com aquela cara de “sou inocente mas quero ver o caos”, passou a mão pelo meu ombro e… sentou no meu colo. Assim. Natural. Plena. Como se o pai dela NÃO tivesse pedido uma arma dois minutos atrás. Eu só tive tempo de pensar: — Meu Deus… morri mesmo. Aí ouvi o GRITO. — MANUELA! O ar sumiu do meu pulmão. O café de Lívia pulou da xícara. Minha alma fez as malas. Rey Santana apareceu na porta da cozinha como um trovão com CPF. — O QUE É

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