capitulo 86

2101 Palavras

NARRADO POR MIGUEL SANTANA Eu levantei da cama ainda sentindo o gosto úmido dela grudado na minha boca, o sabor agridoce de rendição e luxúria. Tirei a camisa num puxão só, o tecido voando para longe. A calça de sarja caiu logo depois. Fiquei apenas de cueca box preta e o p*u estava tão duro e latejante que o tecido parecia um insulto pessoal. Passei a mão por cima do volume, devagar, só para esticar a cena, para ver a reação dela. E eu vi. A Ana ainda estava jogada no colchão, ofegante, a pele brilhando com o suor fino do prazer recém-arrancado. Mas quando ela olhou para mim, a mudança foi instantânea. Os olhos dela, antes turvos, desceram para o meu p*u pulsando sob o tecido, subiram para a minha boca, depois para o meu peito. Pronta. Perdida. Incondicionalmente minha. — “Vem

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