capitulo 160

2343 Palavras

A boca dela me engolindo daquele jeito já tava me levando pro limite quando eu segurei o rosto dela com firmeza, polegar passando na bochecha úmida, e perguntei baixo, torto, ferido de t***o: — O que é que a v***a quer? Ela tirou a boca devagar, a língua ainda lambendo a ponta como se estivesse limpando um pecado. Olhou pra mim de baixo, o rosto marcado pelo fio de saliva, a voz rouca, insolente, cheia daquele fogo que só ela tinha: — Quero leitinho, Predador. O jeito que ela disse “leitinho” fez meu p*u latejar como se tivesse vida própria. Acabou minha paciência. Peguei ela pelo cabelo, firme, brutal, daquele jeito que ela pede sem pedir e puxei pra cima como se arrancasse ela do chão só com a vontade. Ela riu ofegante, tropeçando, e eu não deixei nem terminar o sorriso. Joguei

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