INTELIGENTE

1382 Palavras
Ana Paula foi criada para ser uma mulher forte, determinada e não baixar a cabeça para ninguém. Ela aprendeu a lutar pelos seus sonhos, mas sem passar por cima de ninguém. Ter crescido na enorme mansão Toledo foi para ela uma alegria, mas apesar de sua família ser bem tratada, Ana Paula sempre soube que Virgínia não gostava dela, e apenas fingia na presença de outras pessoas. Ao chegar da faculdade Ana Paula foi até à cozinha da mansão ajudar a mãe, apesar da casa possuir muitos empregados. - Boa tarde mamãe. - Boa tarde filha. Está com fome? - Estou sim mamãe. Mas vou almoçar lá em casa com o meu pai. - Ele não está filha. Foi levar a Sra. Toledo ao clube. - Que pena. A senhora quer ajuda? - Não querida. Se ocupe apenas dos seus estudos está bem? Agora senta e vamos almoçar juntas. - Está bem. A Sra. viu a Samira? - Ela está almoçando com o pai. Quer falar com ela? - Farei isso mais tarde. Ana Paula terminou de comer e foi para casa. Adorava Samira, mas quando ela estava com um de seus pais preferia não incomodar. Após terminar de estudar, decidiu preparar o jantar pois seus pais estavam sempre muito ocupados na mansão e não queria dar mais trabalho à sua mãe. Eram 20 horas quando os dois entraram em casa. - Olá filha. - Mamãe, papai! Achei que não vinham mais. - Ah filha.... A Sra. Toledo quando vai ao Clube se esquece da vida. Ela nem me deixa almoçar. - O quê!? Papai isto não está certo. - Eu sei filha. Mas o que podemos fazer? - Chamar eles a razão. Não somos escravos. - Filha! Nós trabalhamos aqui a anos. Cresceste aqui e graças a eles temos essa casa. - Mas eles não têm o direito de abusar de vocês mamãe. Não é justo. - Já chega... Vamos jantar e descansar por favor. - Está bem pai. Me desculpe. Eu tenho planos e sonhos... E prometo que um dia vamos viver numa casa melhor e maior. - Nós acreditamos em ti filha. E serás sempre o nosso maior orgulho. - Obrigada mamãe. O jantar está pronto. Vamos comer? Ana Paula sabia que a mãe de sua amiga fazia de propósito. Não a podia confrontar para que seus pais não perdessem o emprego, mas não iria mais permitir que aquela mulher os tratasse que nem escravos. Ana Paula foi criada para ser uma mulher forte, determinada e não baixar a cabeça para ninguém. Ela aprendeu a lutar pelos seus sonhos, mas sem passar por cima de ninguém. Ter crescido na enorme mansão Toledo foi para ela uma alegria, mas apesar de sua família ser bem tratada, Ana Paula sempre soube que Virgínia não gostava dela, e apenas fingia na presença de outras pessoas. Ao chegar da faculdade Ana Paula foi até à cozinha da mansão ajudar a mãe, apesar da casa possuir muitos empregados. - Boa tarde mamãe. - Boa tarde filha. Está com fome? - Estou sim mamãe. Mas vou almoçar lá em casa com o meu pai. - Ele não está filha. Foi levar a Sra. Toledo ao clube. - Que pena. A senhora quer ajuda? - Não querida. Se ocupe apenas dos seus estudos está bem? Agora senta e vamos almoçar juntas. - Está bem. A Sra. viu a Samira? - Ela está almoçando com o pai. Quer falar com ela? - Farei isso mais tarde. Ana Paula terminou de comer e foi para casa. Adorava Samira, mas quando ela estava com um de seus pais preferia não incomodar. Após terminar de estudar, decidiu preparar o jantar pois seus pais estavam sempre muito ocupados na mansão e não queria dar mais trabalho à sua mãe. Eram 20 horas quando os dois entraram em casa. - Olá filha. - Mamãe, papai! Achei que não vinham mais. - Ah filha.... A Sra. Toledo quando vai ao Clube se esquece da vida. Ela nem me deixa almoçar. - O quê!? Papai isto não está certo. - Eu sei filha. Mas o que podemos fazer? - Chamar eles a razão. Não somos escravos. - Filha! Nós trabalhamos aqui a anos. Cresceste aqui e graças a eles temos essa casa. - Mas eles não têm o direito de abusar de vocês mamãe. Não é justo. - Já chega... Vamos jantar e descansar por favor. - Está bem pai. Me desculpe. Eu tenho planos e sonhos... E prometo que um dia vamos viver numa casa melhor e maior. - Nós acreditamos em ti filha. E serás sempre o nosso maior orgulho. - Obrigada mamãe. O jantar está pronto. Vamos comer? Ana Paula sabia que a mãe de sua amiga fazia de propósito. Não a podia confrontar para que seus pais não perdessem o emprego, mas não iria mais permitir que aquela mulher os tratasse que nem escravos. Mesmo sendo mãe de Samira, Virgínia não tinha o direito de humilhar os seus pais. Mesmo sendo mãe de Samira, Virgínia não tinha o direito de humilhar os seus pais. Tal como havia planeado, Ana Paula se graduou sendo a melhor da sua turma. Seus pais estavam presentes na festa e não escondiam o orgulho que sentiam dela. - Parabéns amiga. És realmente a melhor.... - Samira disse assim que viu Ana Paula. - Mira! Que surpresa. Porque não disseste que vinhas? - Não queria estragar a surpresa....- Samira respondeu parecendo meio triste. - O que você tem Samira? - Falamos depois está bem? - Tudo bem. Jantas com a gente?.. - Claro. Vai ser muito bom. - Óptimo.. Não saias daqui. Samira era uma excelente advogada, apesar de ter feito o curso contra a sua vontade, acabou por gostar e se manteve na profissão. Quem a via em tribunal não percebia que ela era uma mulher tímida e vítima das manipulações de sua mãe. O jantar com a família de Ana Paula fez bem para Samira e melhorou o seu humor. Já a sós com a sua amiga, ela finalmente conseguiu desabafar. - Mira! Vais me contar o que tens? - Sim... Eu vou casar. - O quê?! Mas, eu nem sabia que tens um namorado.. - Desculpa amiga. Não pude contar antes. Mas, foi uma decisão da minha mãe. - Como?! Samira você é adulta e advogada. Como podes concordar com casamento arranjado? - Não é bem arranjado. Eu conheço o Gabriel desde criança. A nossas famílias são amigas e parceiras de negócios. - E esta é a razão do vosso casamento? - Sim. Eu gosto dele mas, não o amo. - Então porque vais casar? - Não tive escolha. - Espera.... O namorado mistérios de quem me falaste era ele? - Sim.. A nossa festa de noivado será na próxima semana. - Certo. Já está tudo decidido. Sinto muito querida. Ainda assim eu desejo que sejas feliz. - Obrigada Ana. Mas no meio de tudo isso tem uma coisa boa. - Que coisa? - O Nic vem para o casamento. - O quê?!... A sério? - Claro. Ele é o meu irmão mais velho. Não vem ao noivado, mas prometeu estar presente no meu casamento. - Será que ele vem mesmo? - Claro que sim. O Nic sempre cumpre com o que promete. - Tens razão. Esta é a melhor parte. Queres a minha ajuda para alguma coisa? - Sim. Quero que sejas minha dama de honra. - A Sra. Virgínia vai aceitar? - Se não aceitar anulo o casamento. Aceitas? - É claro que sim. Vai ser un prazer. - Óptimo. Será tudo por nossa conta. No final de semana vamos às compras. - Não Mira.. Eu não quero que... - Por favor Ana Paula. Esta festa de noivado não será a mesma sem você. - Está bem. Só no sábado mesmo. Eu preciso de enviar o meu currículo para algumas revistas. - Entendo. E como prometi não vou interferir. - Meninas! Vamos para casa? Ana o teu pai tem que descansar. - Está bem mamãe. Vamos Mira? - Claro.. Obrigada por me ouvires amiga. - Saiba de uma coisa Samira. Aconteça o que acontecer, nada pode interferir na nossa amizade. As duas amigas sairam de mãos dadas, sem imaginar que esta linda amizade estava prestes a passar por um grande teste.
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