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4285 Palavras
Kevin Cercado por um comboio de dez carros blindados, sigo sentido Bangu sentado no banco de trás, com as mãos presas e óculos que dificulta a minha visão que me deixa ainda mais nervoso, com dois agentes do lado e os dois da frente, tudo armado com fuzil usando touca ninja e óculos escuros. Coração tá daquele jeitão, ansioso pra c*****o na expectativa do plano dar certo. Ouço primeiro disparo seguido de explosão que faz o carro tremer antes de derrapar PM— que p***a é essa? _ aperto meus punhos sentindo minhas mãos suando PM2— tão tentando resgatar ele! Dá meia volta… _diz apavorado e vários disparos são dados Me mantenho em silêncio ouvindo eles discutindo em meio a troca de tiros e estouros de bombas atrás e na frente PM3— não tem como da ré, tem um caminhão atravessado na pista... PM— O reforço já deve tá chegando. Eles não vão conseguir se safar dessa! _ Olho pra sua direção, mas com a visão embaçada, vendo nada além do preto de sua cabeça. A troca é intensa e os tiro atingem o vidro do carro fazendo os agentes se abaixarem. Abaixo a cabeça e tiro os óculos dos meus olhos, tendo a visão dos arrombados abaixados. Olho pro verme do meu lado no mesmo instante que o carro é atingido por vários tiros na frente, fazendo o vidro estraçalhar matando os dois agentes com tiro na cabeça. As portas são abertas e antes que os agentes possam reagir tomam um tiro, espirrando seu sangue no meu rosto e seu corpo cai sobre o meu LK— bora paizão, que o bagulho vai estalar! _ ele puxa o corpo do agente pra fora e eu saio fechando os olhos por conta da claridade — Solta essa p***a! _ estendo o braço, ele pega a glock e acerta o meio da algema 22 traz o colete, meiota e duas glock e corremos pra mata. Na pista a destruição tá feita com fogo nas duas vias, com caminhão atravessado impedindo o acesso dos dois lados e logo a frente o águia vem quente na nossa direção. Dinho armou o cerco certeiro, na mesma mata que demo fuga no resgate da Bárbara. Fuga é intensa cada um de um lado, se escondendo do águia que não para de sobrevoar a área, atirando em tudo que se mexe, até uma vaca foi morta na minha frente, alvejada de tiro. Tão com sangue nos olhos os arrombados, se me pegarem nem vivo fico. Bagulho tá sinistro, não tem pra onde correr, coração acelerado e adrenalina percorre quente no corpo, atento a todo lugar. Passando por vários precipícios faço de tudo pros filho da p**a não me pegar... A Fuga dura mais de uma semana e eu não arredo o pé daqui até esse maldito desistir. Invadindo propriedades vazias, me alimento das frutas, bebo água e durmo picado na mata com os meus de raça que tão no mermo pique, atividade a todo momento. Já armei o esquema pra sair, daqui direto pra Penha dá um tempo por lá até conseguir voltar pra comunidade. Lobão passou a localização da chácara que ele tem por aqui. Sigo com os moleques pela trilha com meu corpo todo zuado, cheio de cortes e esfolado por causa das pedras, cachoeira, cercas que eu tive que escalar pra fugir. Chego na chácara um senhor de idade se aproxima com uns cachorros correndo atrás. Ele assobia eles se calam, sentam esperam o comando Xx— você que é kevinho? _ encaro seus olhos marcado com linhas de rugas — eu mermo! Tu que é o José? _ ele confirma estendendo a mão e eu pego em comprimento José — Lobão avisou que vocês viriam, a polícia esteve aqui ontem procurando por vocês. Duvido muito voltarem aqui, então fiquem tranquilos! Minha esposa já deixou o almoço pronto, imagino que estejam com fome, certo? _ confirmo sentindo mó larica — Aí deixou nós fortão seu José. Valeu mermo aí _ ele sorri satisfeito e os moleque já ficam animadão Entramos na casa vendo tudo limpo e arrumado. Casa maneira, tudo no conforto tipo gringo, gostei. Me faz pensar em ter uma pra essas horas também. Ta maluco mó sufoco! Antes de me alimentar, fui no quarto que ele indicou tomar uma ducha e tirar toda sujeira, sangue impregnado do corpo. Debaixo do chuveiro, fico um bom tempo em busca de alívio pra dor no corpo. p***a maior saudade de usar uma ducha dessa parceiro, sem neurose, lobão deixo fortão mermo. Uso qualquer roupa que ele tem no guarda roupa e desço pra cozinha numa larica do c*****o. LK— os cana tão invadindo o Jaca de novo, Dinho acabou de avisar_ diz mastigando enquanto pego o prato na mesa pra me servir — ta suave?_ pergunto de costas, enchendo o prato com arroz, feijão, bifão ajeitado com cebola e batata frita Lk— o mermo de sempre! _ assinto segurando meu prato pesado e sento do lado dele Abro o vidro de coca gelada e mando pra dentro, o rango ta bom demais, da nem pra acreditar que depois de seis anos to desfrutando disso. Seria melhor se fosse no meu barraco, na paz, aqui ta tranquilo mas tem que ficar esperto do mermo jeito. Tiro um cochilo depois, sentindo o peso do cansaço de uma semana na mata sair do meu corpo. De noite um mustang preto e uma Velar branca vem nos buscar e nos leva para a Penha. Vejo as ruas ainda sem acreditar que consegui sair daquele inferno, duas horas depois entramos na Penha e os fogos já começaram a estourar anunciando. Rapaziada do movimento que me conhece se juntam ao carro assim que eu saio me cumprimentando. Faço o mermo na maior satisfação, feliz demais por ta na pista outra vez e não dar bobeira e cair naquela p***a outra vez. Maior perrengue passar por todo esse corre, perdi 12 soldados pra tranca e cinco morreram, fora os que tão perdido por aí e eu nem sei. Cobra aparece com sua mulher do lado, sorrindo de lado ele estende a mão no alto e me cumprimenta batendo na minha mão e me puxa pra um abraço de lado Cobra — até que enfim irmão. Felizão demais em te ver! _ bato em seu ombro sorrindo de lado —Também mano, mó satisfação. Nada melhor que tá na pista outra vez neh não? Cobra- pode crer. Mas ae, bora lá pro meu barraco tem umas parada pra tu lá. Tem baile hoje também, vai querer brotar? —tu ainda tem dúvida? _ ele ri negando Cobra— Já é! Os cria da cúpula vão brotar também, devem tá até chegando aí. Dinho vai encostar também, deu o papo mais cedo. — já é! Bora lá então! _ ele maneja a cabeça concordando e seguimos pra sua casa A ficha ainda não caiu, seis anos trancafiado é muito tempo pra quem tá aqui fora, mas imagina pra quem tá lá dentro? O tempo não passa! Tu sai meio desnorteado com tanta parada diferente que já rolou enquanto tu passa o dia todo encarando apenas parede. Cobra já deixo fortão, mandando um menó vim dar um talento no cabelo e na barba, deixando na régua naquele pique bandido que o pai gosta. Abro a mochila preta que mandei o Dinho trazer pra cá com todas minhas paradas, meus cordão, relógio, dedeira de ouro pro pai ficar trajado naquele pique posturado de sempre. Coração tá ansioso, querendo ver tudo que é meu outra vez, sentado na cama do quarto de hóspedes com a porta fechada, pego o meu novo iPhone e baixo minhas paradas já que o meu os verme apreenderam. Tô loco pra saber da Bárbara mas no momento não vou cair na tentação. Quero comemorar minha saída, celebrar minha liberdade sem deixar a paranoia me perturbar. Tô ligado que ela deve ta o veneno comigo, não vai querer nem olhar na minha cara então melhor deixa baixo. Seguindo pro baile com copo de whisky na mão, sigo atrás do cobra e sua fiel pelo corredor que os moleque abre pra nós passar com o fuzil pro alto. As p*****a quando nos vê já começa jogar querendo atenção enquanto o Dj toca o hino do comando. Mó saudade desse clima, papo reto, minha vida é isso e não tem outra. Subindo a escada do camarote lotado naquele pique p*****a com várias piranhas se mostrando, com cheiro de droga e bebida no ar. Passo a visão em duas morenas me encarando com cobiça e uma delas tem cabelo cacheado parecido com o daquela que é minha maior saudade. Elas sorriem safada movimentando a raba quando passo, na intenção de seduzir. Passo a mão na b***a delas sentindo a b****a quente e já dou o papo que quero as duas sentando pra mim. Preciso nem dizer o sorriso das malandra, satisfeitas porque vão me dá. Caminho no fundo vendo os cria sentado fumando e bebendo com algumas p*****a e outros com fiel do lado. Meduza é a primeira a se levanta tirando duas piranhas, uma loira e outra ruiva do colo Medusa — tu é f**a em mano, conseguiu da nó nos cana e fugiu mermo! Mó satisfação! _ ela abre os braços e me abraça sorrindo — Digo o mermo, mano. Duvido que eles me pega. Pai é sagaz, vacilo nunca! _ me gabo sorrindo de lado e a ruiva me encara com olhar malicioso descendo o olhar pelo meu corpo Medusa — muda nunca mermo, mas é isso, agora é curtir a lili em paz e p*****a de sempre! — de lei neh não? Pai tá na pista no mermo pique cachorro de sempre... Meduza — o privado te fez bem… Ta grandão, cheio de marra. Fez academia lá pra ficar musculosão assim? _ sorrio de canto negando — vai veno. Tem nada naquele inferno não. Malhei com meu próprio corpo, fazendo flexão todo dia_ ela olha meus braços e sorri satisfeita Medusa— e a fiel não vai colar? _ela dá uma tragada no baseado —tem fiel não! _ bebo meu whisky, e aperto meus lábios apreciando o sabor Medusa— tu não tinha casado? _ n**o pegando o baseado que ela me passa enquanto solta o balão — precisava comer b****a e pra isso tinha que ter contrato, mas nada além. Tô na pista do mermo jeito, algema nunca!_ a outra p*****a morde o piercing do lábio apoiando as mãos e o queixo no ombro dela maliciosa Medusa — Tá certo. Também pulei fora, essa p***a de romance não é comigo. Antes ter várias que uma tormenta só. Nasci pra isso não! _ passo a língua entre os lábios olhando pro seu corpo todo tatuado, seus cabelos cacheados platinado destacando sua pele morena, usando shortinho desfiado, top preto e Adidas no pé Gostosa pra c*****o. Peitão natural não tem muita b***a mas é gostosa mermo assim. Nós já se pegou várias vezes nas antigas, quando ela frequentava os bailes no Jaca. Medusa gosta da bagunça, pega homem e mulher, mas tem preferência por b****a. Sua fiel era uma morenona braba mas era ciumenta pra c*****o. Quis tretar até comigo por causa dela, só não meti o rajadão nela por consideração se não tinha passado a filha da p**a. Considero ela pra c*****o, já fechou comigo em altas paradas, nunca vacilou. Conquistou o morro da Babilônia e hoje é integrante da cúpula por ser além de fiel ao comando é argilosa pra c*****o. Quando ela tá em confronto bate de frente com mais agilidade que muito menó que paga de bonzão, tenta desmerecer e perde feio porque a filha da p**a é braba, passa nada batido, bandida nata. Piolho, Vitinho, Rogério pequeno e Zeca líder do comando agora colam junto me saldando, querendo saber sobre a fuga na mata. Eles me passam a visão de tudo que rolou enquanto fiquei privado, algumas tretas entre os morros com as rixas de sempre. Grego foi morto dois anos atrás pelos verme e quem tá na gestão agora é boy 157, mano firmeza já colou em vários role das antigas comigo também. Tempo depois Dinho chega segurando a cintura da Karen, toda siliconada com cordões de ouro no pescoço. Franzo o cenho achando estranho ele sorri debochado Dinho— e ae meu cria, ta vivão mermo filho da p**a? _ comprimento ele com aperto de mão ele me abraça de lado batendo no meu ombro — Em carne em osso meu mano! _ Karen sorri segurando a mão dele, eu me mantenho sério _ cadê a fiel? _ ele sorri malandro negando, olha pra ela e volta atenção pra mim Dinho — filha da p**a não quer mais nada comigo. Ficou boladona quando me viu com ela no baile, um ano depois que tu foi pra tranca… _ comprimo meus lábios negando — Mancada hein cuzão, te falei que uma hora essa p***a ia da merda! _ ele da de ombros ajeitando as correntes no pescoço Dinho — dá nada, ela ainda ta no meu porte! só não mora no mermo barraco. Pode fazer a gracinha que for que dela eu não largo…_ mete marra malandro — tu é f**a! Mas fala tu, como que tá a comunidade e a gestão lá? Os meno que sumiu conseguiram volta? _ ele n**a comprimindo os lábios e passa a visão Lá dentro não pude ficar sabendo de tudo, monitoração é vinte quatro horas, até mesmo pra falar com o advogado em código foi difícil. Só sabia o que a p**a da Cleide contava e nem sempre era tudo, vários bagulho confidencial ela não sabia responder e nem podia. Zeca nos chama pra sentar junto deles na mesa farta das bebidas mais caras, tipo Royal Salute, Jack Daniels, Gin, vodka, conhaque e outras p***a mais. Fumo, bebo, uso droga de marola com os cria, ouvindo o Poze e outros mcs na maior resenha. As p*****a não param de jogar dançando maliciosas se querendo. As duas morenas do início que eu nem sei o nome vieram pro meu lado, arrastei elas de canto botei pra chupar e comi as duas, depois mandei ralar pronto pra outras. O baile durou o fim de semana todo na maior resenha com os meus de raça, várias p*****a no furdunço de sempre. Cleide veio cheia de neurose, querendo exigir bagulho por ter fechado comigo, já mandei ela meter o pé bolado. Não tenho paciência pra mina surtada, perco a linha e ela tá ligada. Já expliquei uma pá de vez e a filha da p**a insiste em me atormentar. Fico mais uma semana pela Penha e na quarta-feira decido voltar pra minha comunidade ciente que os verme não tão embaçando por lá. Cobra é fechamento, mas nada melhor que tá no que é teu, fazendo o que tu quer sem dever nada pra ninguém. De Audi cor grafite, vidro insulfilm faço trajeto pro Jaca de madrugada junto com 22, LK, Briola e Celsinho. Pato assumiu como sub do morro com Dinho, LK fico responsável pela segurança deles e outros meno, subiram de cargo também. Meus de raça mermo, sem Tróia, fecharam dez/dez comigo. Dinho sempre foi fechamento mermo eu sendo desconfiado, ele nunca vacilou. Só vacila com a fiel mas como aliado é fiel, passo na barreira com os vidros fechados e os cria já ficam em alerta com bico pra cima. Pisco farol e vejo o sorriso de alguns, mas não vacilo dando as cara assim de início, tenho que entrar no sapatinho pra n**o num explanar. Deixo os moleques cada um em seu barraco, agradecendo na humildade o corre que fizeram na missão por mim. LK foi o último cheios das ideias, falando das novinhas que tão andando pelo morro e uma tal de Raissa que anda causando pra cima e pra baixo junto com a Cleide. Paro o Audi em frente meu barraco, olhando os menó no posto esperando eu sair. Quis vir de madrugada pra não chamar atenção, mas amanhã eu dou um salve pra geral. Comprimento os menó fazendo o toque e entro no barraco vendo minha Tiger e BMW na garagem. Entro na casa e as lembranças já invadem fazendo as neurose bater. Lembro de todas as vezes que entrei, ela tava na cozinha comendo ou no meu quarto de bruços mexendo no notebook ou celular. A casa tá limpa do jeito que eu gosto, deixo as chaves no rack olhando por todo local, sentindo o peito abafado. Tiro a camisa e subo pro meu quarto com um sentimento ainda pior. Imaginei que ia ser f**a entrar aqui mas não imaginei que seria tanto. Olho minhas paradas no guarda-roupa, com todo minhas blusas no cabide, os cordões, rolex e dedeiras de ouro prata dentro do porta jóias preto aveludado. Olho notebook da Apple do lado, tiro ele e sento na cama vendo que ta sem bateria. Coloco ele pra carregar no mermo instante que meu radinho toca e vejo o nome do Dinho na tela Ligação Eu: fala tu fudido, num consegue largar meu saco não c*****o? ( ele ri debochado) Dinho: quero saber se tuas parada ta no conforme cuzão. Quem limpou ai foi a Odete. A mãe do Diego não mexe mais com essas parada Eu: ta suave! Até agora não vi nada errado não. Acabei de chegar Dinho: tô ligado, os menó acionaram quando tu chegou. Se precisar qualquer parada só acionar Eu: já é. Tá tranquilo. Vou tomar banho, dá uma descansada. Amanhã nois resolve as parada e do o salve pra geral, já é? Dinho: já é. Amanhã noiz vê irmão, fé Eu: fé Desligo, jogo celular na cama e entro no banheiro, com a água caindo no rosto, tento dissipar a abstinência e as lembranças da Bárbara entrando comigo, seu corpo molhado me olhando com aquele os castanhos inocentes, cheia de amor enquanto passava sabonete no meu corpo e eu alisava o seu. Garganta chega a fechar pela dor e tento relutar em negação. Fico bolado e saio ficando menos tempo do que pretendia. Em busca de alívio, recorro ao baseado, deitado na cama evitando a janela pra não fica pior. Tem jeito não mano, se essa p***a continuar me tonteando desse jeito vou ter que mudar de barraco. Tudo nessa p***a me faz lembrar dela, tá me dando uma angústia do c*****o. Várias lembranças apertam minha mente deixando meu corpo suado. Desço pra sala indo pra adega, pego a garrafa de whisky e volto pro quarto, ascendo meu back enchendo meu copo na intenção de anestesiar. Ligo o notebook na esperança que na raiva ela não tenha apagado nada, assim que coloco a senha a tela abre fazendo o coração disparar aflito, olhando nossa foto de proteção de tela. Colagem com quatro fotos do dia que nós foi no baile, ela ta usando um conjunto cor de rosa toda feliz por estar gostosa com as roupas que eu patrocinei. Só de lembrar naquele dia, meus olhos ardem e não é pela fumaça da maconha. Entro na galeria e vejo as outras fotos, comigo sem vontade de tirar e ela com sorrisão em todas "Lembrança Babi— só mais uma amor, você tá tão lindo!_ me abraça pelo pescoço, cerro meus olhos bolado — falei só uma e tu ja tirou uma par, tá bom já! _ ela aperta sua boca na minha e pelo espelho vejo seu cabelo batendo na bunda Babi— por favor marrento, só mais uma?_ diz manhosa com a boca colada na minha e se afasta — olha que casal perfeito! _vira de costas, rodando meus braços em sua cintura — você todo marrento e eu toda gostosa! _ empina o corpo olhando pro espelho e muda o cabelo de lado sorrindo — tu é cheia de gracinha isso sim!_ ela sorri com os olhos brilhando e posiciona seu iPhone pro espelho — só mais uma e vamo meter o pé! _ ela me olha de lado com olhar atrevida e tira foto assim que passo a língua entre os lábios É f**a dizer não pra essa mandada, consegue me dominar de uma forma que eu nem sei explicar. Me obriga a tirar várias fotos, cheia de gracinha, fico bolado, ela sorri mais ainda. Mantenho a postura, apertando sua b***a quando ela ta de costas e tira foto comigo escondendo meu rosto em seu pescoço, beijando sua boca, ela empinando a b***a na minha frente com olhar safado, erguendo sua perna quase mostrando sua calcinha e dá risada quando fico bolado com a ousadia. — ta safada demais! Se tu postar essa p***a, corto teu cabelo em, papo reto _ ela ri olhando pra tela do celular e me mostra em seguida Babi — Eu amei essa. Amo ver sua cara boladinho, fica tão fofo…_ cerro meus olhos ela passa a ponta do nariz no meu queixo sorrindo — tu brinca muito, filha da p**a. Vou te dar uns pipoco pra tu aprender! _ ela faz carão e olha pro espelho empinada Babi — relaxa lindo, não tem nada de mais! _ dá dois passos e fica de frente ao espelho — eu tô me amando vestida assim sabia? Essa roupa caiu muito bem em mim…_ se olha com olhar malicioso enquanto desce suas mãos pela lateral de sua cintura indo pra b***a que ela empina ainda mais se admirando — olha o volume da minha b***a! Tão gostosa, vou até tirar uma foto pra postar no insta! _ provoca mordendo o lábio com safadeza, muda o lado do cabelo de forma sensual e posiciona o celular pra foto — vai p***a nenhuma! _ tomo o celular de sua mão e a filha da p**a ja tinha tirado Babi— qual problema amor? É só uma foto…_ sorri achando graça — foto o c*****o! Tá me achando com cara de o****o?_ meto serinho ela me abraça pela cintura — deixa eu ver tu postando uma p***a dessa pra tu ver Barbara. Bagulho vai ficar loko pra tu!_ ameaço apontando o dedo em sua bochecha, ela continua achando graça, vira o rosto e chupa a ponta do meu dedo com os lábios brilhosos Babi — te amo gostoso! _ sussurra maliciosa cheia de gracinha — Não precisa ficar com ciúmes lindo. Sou toda sua! _ ela enfia suas mãos por baixo da minha camisa e alisa meu abdômen me instigando — Mermo assim não quero tu se exibindo pra marmanjo, tô ligado que nessa p***a ai ta cheio deles e vivem te querendo. _ ela sobe as mãos nas minhas costas e continua alisando sorrindo Babi — nenhum deles me interessa lindo! _ apoia o queixo no meu peito, olhando dentro dos meus olhos — meu coração é só seu, meu malvadão marrentinho! _ diz sorrindo apaixonada com os olhos da merma forma, fazendo meu peito se aquecer por dentro Sorrio de lado satisfeito, seguro ela pela nuca e beijo sua boca, devorando seus lábios, sentindo suas unhas apertando minhas costas..." Mato a dose do whisky numa golada só, sentindo o líquido quente rasgando por dentro enquanto encaro sua foto sensual. Não sei por qual motivo ela deixou essas fotos aqui. Deixei ela mexer pra passar suas coisas de um celular pro outro, nem vi que ela tinha colocado essas também. Saudade mata, esmagando meu peito por dentro. Faço aquilo que eu tava lutando pra não fazer desde que pus a mão no celular. Baixo o app do i********: e procuro o seu por uma conta anônima e sem foto. Acho o perfil dela que está com uma foto dela olhando de lado enquanto sorri, com sua boca brilhosa rosada, cabelo solto como se o vento balançasse em seu rosto e sua mão no queixo do lado direito com expressão tranquila. Entro no perfil e fico vendo suas postagens em vários lugares diferentes; baladas, lugares turísticos e muitas na praia usando biquíni com vários conhecidos dela. Ela ta gostosa demais mano, papo reto! Usando piercing no umbigo com strass, a tatuagem de dragão com flores na lateral da sua cintura direita até sua coxa próximo à virilha. No meio das costas, uma flor de lótus com algo escrito que não consigo ver. Pelo jeito viciou em tatuagem... Ficou maneiro! Vou descendo e entro num vídeo dela dançando na boate de costas rebolando sensualmente, segurando o cabelo no alto, usando vestido branco curto pra p***a de salto alto vermelho. Ela morde os lábios maliciosa e desce rebolando me deixando hipnotizado com os movimentos. Filha da p**a tá demais, corpo malhado, olhar mais maduro ta f**a de aguentar. Entro no seu story e me arrependo na hora quando vejo ela com um p*u no cu sorrindo. Deixo os outros story passar ouvindo ela dizer que está na Argentina toda feliz mostrando os lugares que frequenta. Mermo bolado eu sinto meu peito aquecido só de ouvir sua voz doce, tendo a certeza que ela ta bem, mermo que não seja comigo. Vejo o vídeo dela com ele próximo a piscina e a forma que ela olha pra ele me mata e eu bloqueio celular e me seguro pra não tacar ele na parede de raiva. Coração tá acelerado, puto e bolado, com a mente cheia de neuroses e eu bebo meia garrafa do whisky no bico mermo em busca de amenizar minha dor. Ofegante volto olhar sua foto no notebook sentindo a raiva aumentar e pra dispersar a mente e não quebrar tudo, resolvo ficar na sala assistindo qualquer coisa em busca de afastar meus demônios, bebendo, fumando e dando um teco pra relaxar, mas o nome e rosto dela não sai da minha mente... 500 comentarios... maratona 3/5
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