Kate Não aguentava mais ficar na casa, sabia que não iria dormir, a culpa me acompanhava em cada passo que eu dava naquele apartamento. Eu estava com raiva de mim, por sentir culpa; raiva do coronel, por sempre me trazer de volta a razão; raiva da Miranda, por gostar de sua companhia apesar de me dar nos nervos as vezes e raiva no Nicholas Macalister, por fazer-me desejar aquele beijo. Mesmo de madrugada resolvi não ficar em casa, sabia que o consultório da psicóloga só abrir as nove da manhã, porém, resolvi esperar no banco da praça em frente a uma igreja, as cinco horas que prosseguia. Esperava que a doutora me ajudasse com a confusão na minha cabeça, não queria tomar nenhuma atitude sem os conselhos dela. Apesar de que não ajudava muita coisa e me deixava confusa. Droga! Achava que

