Kate Dirigi sem saber onde iria e deparei-me com a cachoeira na extremidade da cidade. Sentei em uma pedra e observei o som da água em queda. Uma tranquilidade que fazia tempo que não sentia, poucas pessoas transitavam pelo local, era um lugar ótimo para trazer a família e fazer um piquenique. A tribulação em meu peito, não acalmava. Havia algo de errado comigo, não era comum me sentir culpada depois de uma luta. O pior era que nem me importava de ter perdido. Então, o que há de errado comigo? Deixei-me esvaziar de toda dor, raiva e frustração. As lágrimas caíram copiosamente, tentei evitar em pensar no Nicholas, mas a verdade era que, ele balançou as minhas estruturas, que demorei dez anos reforçando-as. E as paredes que tive tanta dificuldade para ergue-las, estavam rachadas. Quem di

