Pertubações.

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Kate Noventa e oito, noventa e nova, cem abdominais, isso foi só para me aquecer. Mais uma série de exercícios finalizados, estava na hora de começar outra. Coloquei as luvas de boxe e fui para o ringue, onde deixaram disponível o saco de areia pendurado. Visualizei o demônio no meu sonho, que estava me perseguindo. Soquei o saco com toda a minha força, querendo derrota-lo. A voz da minha psicóloga ecoava na minha cabeça, “não se derrota os demônios, você tem que estar acima deles”, acertei o saco mais uma vez. Queria tirar essas imagens da minha cabeça, então, intensificava cada vez mais os meus exercícios. Essas lembranças me atormentavam e precisava suar bastante, para apagar aquilo da minha memória. Porém, a segunda parte daquele sonho me deixava intrigada, quem era aquele cavaleir

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