Juno notou Saiko chegar.. Sabia que só notava a chegada, porque ele quis, caso contrário, ele entrava como um fantasma. Lá fora, o dia já amanhecia.. Juno se levantou, deixou Yuri dormindo.. Encontrou os olhos de Saiko, pareciam dois braseiros de raiva. – Volte para a cama. – Saiko? – Vá Juno, não estou em condições de ser carinhoso. Não nesse momento, voltei para casa, porque precisava saber que você está perto, mas estou em uma maré de raiva sem fim. Ela ficou indecisa, mas voltou para o quarto.. Era o melhor. Saiko se sentou em uma cadeira, passou ali muito tempo. O oyabun se lembrou da promessa de ser bom em casa. Se lembrou também, de como Juno se entregou para ele sem reserva nenhuma, e não acabaria com aquilo. Não a faria tremer de pânico dele. Ficou na cadeira.. Nem me

