Heitor . Meu corpo vibra à medida que a raiva me invade, falando rudemente qualquer desculpa que eu tivesse para ficar longe. Depois de um mês lutando contra minha própria vontade, bastou a carícia de um maldito adolescente para me levar ao limite. Que se dane se vou deixá-lo tomar o que é meu. . Minha cabeça se volta para o belo rosto de Alicia, meus olhos se fixam nos dela. . — O que estou fazendo? — Repito sua pergunta com os dentes cerrados. . — Fazendo o que eu deveria ter feito desde o início.— Agarrando-a pela cintura, eu a viro e a inclino sobre a bancada de trabalho, minhas mãos penetrando em sua cintura minúscula. . — Reivindicando o que é meu. O que nenhum outro jamais terá.— Em um movimento rápido, tiro seu macacão, jogando o material transparente no chão. . — D

