Arthur . Céu. É onde eu devo estar. . Minha mão segura o seio de Carine, meu polegar esfregando o mamilo endurecido enquanto ela roça a b***a contra o meu p*u dolorido, arrastando-o no cume de sua b***a, eu gemo, praticamente pronto para gozar em toda a pele cremosa dela. . O cetim de sua camisola subiu, expondo um minúsculo pedaço de renda cobrindo seu traseiro redondo. . Este é o sonho mais vívido que tive dela e não quero acordar. . Mordendo sua orelha, coloco o pequeno lóbulo na boca, chupando enquanto rolo o mamilo entre o polegar e o indicador. . Sua mãozinha alcança para trás, abaixando minha boxer e me levando para fora. . — p***a, baby. Estou prestes a gozar e nem estou dentro de você. . — Nós podemos resolver isso. — Ela se vira, a alça de cetim de sua camisola c

