Senti meu corpo tenso. Minhas mãos estavam fechadas em punhos porque ninguém nunca teve coragem de falar comigo dessa forma. — Eu entendi, Damon. Pelo jeito... você só me trouxe aqui pra jogar tudo isso na minha cara. — murmurei, ainda que meu orgulho tentasse manter o tom firme. Ele ergueu o copo em um brinde cínico. — Bingo. Suspirei. Quis discutir, mas não consegui. Então soltei com sinceridade: — De qualquer forma... Obrigada por me ajudar. Eu sei que você não fez isso por mim. — falei revirando os olhos. — Eu já disse. Fiz pelo meu sobrinho. Mesmo ele não tendo o sangue Vanderbilt... ele não tem culpa dessa merda toda. Foi inesperado, mas meu sorriso saiu. Um sorriso verdadeiro. Pela primeira vez naquela noite. — Então você se encantou por ele? — perguntei com leveza. Ele re

