Melinda o olhou com os olhos marejados e disse a Kai, num tom hesitante: — Uhum... Eu posso entrar? Só um pouco? Você tá sozinho? Kai a olhou confuso, abrindo espaço para ela passar: — Claro, entra aí. Você tá bem? Aconteceu alguma coisa? Ela entrou em silêncio, já tomada pelo arrependimento, sem coragem de revelar o que estava sentindo. Ele a acompanhou, preocupado, e perguntou: — Por que você tá aqui, Mel? Fala comigo! Sem conseguir conter as lágrimas, Melinda respondeu já querendo recuar: — Não foi nada... eu não devia ter vindo. Relaxa, eu tô bem! Kai a segurou com carinho, aproximando-se para abraçá-la: — Não, você não tá bem. Pode ficar, senta aí, relaxa. Não precisa falar nada, beleza? — Meu irmão já saiu. Vou comprar pão pra você. Ela chorou até perder o fôlego, e ele

