Sem título

475 Palavras
Querendo arrumar um jeito de anular seu casamento, Dacchan propõe a Larrana o término do casamento deles, visto que os dois não tinham conexão alguma, ela por sua vez ri muito e fala: _ Não esperas que eu aceite tal coisa? Sou soberana de Lastidar, casada com o rei do Sul, entreguei a você minha inocência, aguardei calada a humilhação de seus olhares pra Isabel, ah, não querido, governarei ao teu lado! _Posso alegar e provar que você é uma mulher adúltera, creio que a humilhação seria maior … _Adultério? Você não sabe o que é amor? Se fui adúltera foi porque fui abusada no lugar daquela c****a que governa o norte! _Mentira! Isabel seria sacrificada! _E eu abusada, mas você não se importa. A verdade é que eles nos confundiram e como forma de humilhar o rei do norte fizeram tal m*l a mim… _Mas o nobre morto por envenenamento que sei que você encontrava no descanso dos viajantes, também foi um abusador? _Realmente, tive dois encontros com ele, queria saber como a minha querida rival estava, e assim repassei para minha mãe tudo que acontecia, com ela. Eu nunca te trai, fui vítima de uma guerra que nem era minha! Então ela começa a chorar, ele estava confuso, realmente ela era uma vítima de guerra, e ele seria monstruoso em acusa-la de adúltera, quando foi feita toda essa confusão. Vendo que tinha amolecido o coração do marido,mesmo ciente de seus erros, ela cinicamente diz:_Eu te amo, vamos viver nossas vidas, Isabel está casada, e grávida de um homem muito poderoso, ele esmagaria qualquer um por causa dela, e você em fez de me acolher, que me transformar numa rejeitada, eu sou mais bonita, sou apenas sua mulher. _Eu jamais amei você! O que houve entre nós foi apenas físico! _Se você me deixar, eu contarei a Weovi, da paixonite de vocês, sua querida Isabel seria queimada viva, eu juro por Anuke, não aguentei tanta humilhação pra ser descartada! _Então, que fique claro, entre nós só é físico, apenas necessidade, amor será sempre ela, você sempre soube e insistiu com suas mentiras pea esse casamento. _Você bebeu demais! Tenha compostura de rei e de homem! _Pra viver essa vida seca a teu lado só mesmo embriagado! Tudo que sai da tua boca é mentira e falsidade! _Chega! Ela bate na mesa. _Não sou obrigada a ouvir teus vômitos, antes tivesse saído com todos que né desejam. _Antes eu morresse em batalhas sem ela! Você não é, e nunca será ela. Ele pega a garrafa de vinho e já toma no gargalo. Ela levantasse e sai, as lágrimas caiam, quem ele pensava que era pra despreza-la, sinceramente, como aquele lixo de camponesinha pode atrair tanta atenção, até seus pais, seu povo, pareciam um feitiço lançado sobre ela. Mataria Isabel, pois, assim ela teria sua vida.
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