– Tão? – Confusa! – me soltei de suas mãos, passando elas pelos cabelos. – Não vale a pena pensar nele. Olha pra mim. – Victor... – sentei no sofá, e ele se ajoelhou a minha frente. – Vamos fingir que aquela briga não aconteceu. Nada mudou. Eu amo você e no final é tudo que importa, não é? Vamos só... – Não posso fingir que está tudo bem. Que agora pode ficar tudo bem entre nós. – O que há de errado? – Ontem à noite eu saí com Igor. – Senti Victor enrijecendo. Sua mão apertando a minha. Me libertei de seus dedos e levantei do sofá, ele se levantou também e ambos nos encaramos. – Fomos beber. Demos risadas. Como antigamente... Quando éramos amigos. – Ele me disse como vocês se davam muito bem. E brigavam muito também. O que quer me dizer é que não vai abrir mão dele como amigo, cert

