– Mas eu não quero! – eu também não! Gritei com os olhos, mas não pude dizer isso em voz alta. Era demais até para mim. – Então você me entende. – Então também não consegue me deixar? – Consigo, sempre consegui. – Precisa mentir um pouco melhor se quiser me convencer. – o empurrei de lado, procurando passar por ele, que segurou em meu braço. Me senti eletrocutada e parei, arfante.– Ei, não vá embora. – Você prometeu que iria se comportar! – E você prometeu que nunca me deixaria. – parecia uma conversa confusa. Estávamos falando do presente ou do passado? Ou seria apenas sobre nós? Eu estava tão... confusa. – Eu nunca quis essa promessa. – Nunca precisou fazê-la, é daquele tipo de juramento que independente de tudo sempre vai permanecer. Mesmo que estejamos distantes, Malu. Você nun

