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2424 Palavras

– Definitivamente precisamos de um carro. – ela disse, pagando o táxi. – Essa é a casa da minha mãe. – murmurei, meio nostálgica. Lembrando de como fiz as pazes com Igor alguns anos atrás, quase uma vida, apenas parada em frente a porta. Sorri para mim mesma, não havia motivo para me deixar a****r por Igor ou me prender a uma atração distante, de uma vida que ficou para trás. Edith me puxou e bateu na porta três vezes. Minha mãe surgiu sorridente e me prendeu em um abraço esmagador. Sem dizer nada, retribui o abraço, o coração aos pulos. Ela me soltou devagar, me analisando. – Você está tão linda. – Mãe, não vai chorar, vai? – sorri para ela que limpou as lágrimas rapidamente. Ela olhou para Edith, curiosa. – Essa é Edith, e essa é a minha mãe Betty. – Prazer... – Elas se cumprimentara

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