Capítulo 5

851 Palavras
Não sei o que vai acontecer ao casal, mas eu irei sumir da vida dos dois. Não quero atrapalhar a felicidade dele, me desfecho como amiga deixando, com ele meu coração. Ponho uma mochila nas costas e vou caminhando rumo ao horizonte e quando, chego a uma distância longa me viro olhando para trás, e grito seu nome: Wellington, ele imediatamente responde: Oi! E em um tom mais baixo grito: Eu te amo. Larih fala, mais alto não estou escutando direito. "Adeus"!. O vejo acenando, me viro novamente dando-lhe as costas, conto até dez na expectativa dele me impedir de ir embora. No dez continuei a caminhar e dessa vez sem olhar para trás, mas, grito ao vento com a esperança de o vento o fazer ouvir, estarei sempre destinada a amar você, mesmo que agora esse amor se torne proibido. No meio da estrada pego um ônibus só ouvi o cobrador: para onde? Para qualquer lugar bem longe dessa cidade. O cobrador: sentesse vamos passar por várias cidades, aqui você decidir descer é a que será cobrada. Sentei próximo ao cobrador e fomos passando cidades mais cidades. Até que possamos por uma estrada que ao longe dava para ver uma linda cachoeira, uma linda vegetação, cheia de árvores frutíferas. Moço chamei por ele timidamente, que lugar é esse? Ah, aqui? É a cidade de bonito aqui tem muitas cachoeira e em uma delas funciona uns quiosques e eu soube que eles precisam de pessoal. Como faço para chegar lá? Vai ficar por aqui mesmo? Vou! Respondi a ele. Ao parar na rodoviária tem um mototáxi que sempre leva turistas para lá eu vou lhe apresentar e você poderá ir com ele. Chegamos na rodoviária e imediatamente fui levada a cachoeira que vi distante, ao chegar no quisque eu vi um cartas precisa de garçonete. Falei com o proprietário ele topou e me pediu para está sempre as 6 horas da manhã no quiosque, eu concordei. Ele curioso me perguntou como você vai chegar aqui antes das seis horas se os meios de transporte que vem para cá só chega aqui a partir das sete horas. Venho andando digo a ele. Ele: é longe viu, você só sai daqui as dez horas da noite. Moço se tem algo que eu aprendi foi a me virar, ele aponta para um galpão e me pede nunca entre lá sem minha permissão. Não sou curiosa, mas eu poderia conhecer a cachoeira? Larih né seu nome? Sim, respondo! As cachoeiras são de acesso aos turistas. Eu lhe pergunto e meu pagamento como será? Sim quanto a isso ajuda de custo para comer e chegar aqui e vai ser menos do que um salário mínimo. Patrão tenho uma proposta que vai ser melhor para mim e o senhor. O que o senhor acha de me pagar com comida, banheiro para as necessidades, energia para carregar o celular, mostrei o celular e durante minhas horas vagas eu poder ter acesso a cachoeira lógico quando não houver os turistas, o que o senhor acha? Ele pensa por um instante, pergunta se sei cozinhar digo que sim. Então ele diz fechado contanto que você faça seu trabalho conforme minhas ordens. Tudo bem por mim, então? Pela manhã logo cedo você vai dar comida as galinhas, o saco de milho fica por trás do galpão que eu falei para não entrar. Faço gesto que entendi! Depois você varre de dentro do restaurante para fora e limpa as mesas para tirar o pó. Em seguida você me ajuda na cozinha, certo comandante, boto a mão na cabeça fazendo continência e ele sorrir. Olho para ele pergunto quando começo? Amanhã e eu digo que tal hoje mesmo, visto que está lotado. Seja bem vinda! Comandante, posso usar o banheiro antes para me preparar e assumir meu cargo. Ele faz gesto para me acompanhar entramos em um quartinho com banheiro. Aqui você guarda suas coisas, o banheiro pode ser usado seu uniforme está no armário. Ele se retira, fecho a porta vou ao banheiro tomo um banho não demorado, só para não ficar fedida a suor para os clientes, visto meu uniforme. Uma calça jeans e uma camiseta com o nome cachoeira das noivas. Boto meu celular para carregar e guardo minha mochila no armário. Saiu do quartinho e tranco a porta com a chave, pondo ela no bolso fechado que fica na perna da calça. Pego o talão de pedidos e vou atender os clientes. O dia se passou rápido era, hora de ir embora o chefe elogiou meu trabalho e me desejou boa noite e até um amanhã. Fiz que ia entrar no transporte, para a rua e sai de fininhos por trás só ônibus sem ninguém perceber. Entrei nos matos e fui em direção a cachoeira, clareira aberta e iluminada pela a lua, tinha uma cocha fina me deitei no meio do mato botando meu celular para despertar as 5 horas. Fiz minha prece a Oxalá e a Oxum para me proteger durante aquela noite. Olhei para a lua com o pensamento longe e adormeci mediante a luz da lua.
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