— Eu não estou vestida apropriadamente para um lugar como este, Oliver — resmungo, franzindo a testa para a cauda do meu vestido brilhando sob a amarelada luz do poste na calçada estreita. O vento que farfalha as folhas das árvores ressecadas pela extensão do passeio é o mesmo que bagunça algumas mechas do cabelo de Oliver, conforme ele bate a porta do carro e manca em minha direção. — Eles não são do tipo que julga outros pelo seu estilo de roupa, Betty. — Sem o seu terno, ele dobra as mangas da camisa social até o cotovelo, propositalmente revelando a pele tatuada. Os pelos em seu braço sequer se arrepiam pela brisa fria que se choca contra nossos corpos. Oliver sempre parece se adaptar melhor do que eu aos climas opostos de cada região, visto que m*l deixei o conforto do carro quente

