— Finalmente! — exclama Gabby, levantando-se ao me ver entrar na sala de espera do hospital. — Eu não aguentava mais esperar por notícias suas. Momentaneamente confusa, passo os olhos pela sala desconhecida, estudando o espaço de um dos poucos hospitais de Washington em que nunca coloquei os pés. Isto é, lembrando-me da época em que morei com o meu pai, quando podia dizer com convicção que passei a maior parte do meu tempo em hospitais do que em qualquer outro local público. — Há quanto tempo você está aqui? — Muito tempo — ela reprime um suspiro cansado, mas tão vivamente quanto pode, rapidamente envolve meus ombros com os braços antes de me puxar contra o peito. Gabby me abraça forte, fazendo com que a minha camisola hospitalar se dobre desconfortavelmente contra o meu corpo. — Ficamo

