Dizem que todos nós ao longo da vida nos apaixonamos por três tipos de amores diferentes. O primeiro amor vem quando somos inexperientes e nervosos, ansiosos para experimentar tudo o que os adultos dizem ser o melhor. É nesta fase que questionamos todo o mundo a nossa volta, inclusive se a euforia sentida pode ser assemelhada a qualquer sentimento real. O segundo costuma ser o pior, doloroso, é aquele que vem até nós com algum tipo de lição sentimental; quanto menos falarmos sobre este, melhor. O último na maioria das vezes não tem qualquer intenção de chegar, contudo, é repentino, honesto, e muito frequentemente, eterno. Mas para que eu possa explicar como os três amores da minha vida puderam estar conectados por algum tipo mortal de coincidência, eu preciso voltar alguns anos atrás, na

