Diogo: Eu juro, a vontade de matar alguém tá crescendo. -Lipe: Cara, calma. Vamos ver se achamos ela. Não preciso ir longe. Olha como estão as bandidas. A Lua não reza. Vou caminhando, chego perto. Ela tá de costas, o dedo me vê e eu faço sinal para ele ficar quieto. A Lua está encostada nele. Ela deu sorte que ele nem abraçado está. -Dedo, te manda daqui ou eu te passo e amanhã eu e tu. -Dedo: Cara, ela me ameaçou. Te some, caralho... Ele foi trompicando e ela, serena, nem parece que tá no erro. -Lua: Que foi? Tu não tinha que estar dormindo? -Lua: Olha pra mim e me diz o que tu vê no meu olhar. Eu me aproximo dela, olhando olho no olho. Os dois sérios. Por que, Lua, por que? -Lua: Não aguento, Diogo. Eu também não, cara, mas por que tu segue a cabeça de ve

