A manhã começou com um silêncio estranho no morro. Não era paz… era o tipo de calmaria que vem antes do temporal. Cauã sentia no peito: algo estava fora do lugar. Enquanto tomava café na laje com Ayla, ele olhava o horizonte com olhar inquieto. — Você tá muito quieto hoje… — Ayla comentou, segurando sua mão. — Silêncio demais. Quando o morro tá assim, é porque tem algo se preparando nas sombras. Ela engoliu em seco. — Aquele cara da última invasão… — Eu mandei os homens ficarem de olho. Mas sinto que o problema é maior do que uma simples retaliação. — O que você vai fazer? — Me antecipar. Quem só reage… perde. --- Cauã reuniu os chefes de ponto, soldados e os meninos da contenção. — Não quero tiro. Quero estratégia. Quero vigilância redobrada, comunicação direta, e qualquer cois

