Milla — Pode ser um licor de menta — falo. Ele concorda e vai até o bar de canto. Daqui observo o seu corpo alto e forte vestido em um conjunto de terno escuro e minutos depois, Pedro se vira para mim segurando dois copos. Ele me estende um deles e aponta o caminho da sacada em seguida. O frio da noite é bem-vindo e em silêncio me acomodo em uma cadeira. Pedro por sua vez se encosta na grade de proteção. No entanto, ele não tira o olhar intenso de cima de mim. Nervosa, beberico a bebida adocicada, percebendo a sua refrescância tomar conta da minha garganta. — E então? — Ele pergunta me instigando a falar. Incomodada, eu limpo a minha garganta e me mexo em cima da cadeira. — Pedro, antes de qualquer coisa, você precisa saber um pouco sobre mim. — Eu acho que sei o suficiente sobre você

