KAREN O papel havia sido entregue na minha mão pelo motorista de confiança de Petro, quase tive um colapso ao ver a folha assinada pelo juiz. — Tome, seu cunhado pediu para lhe entregar. Peguei com as mãos trêmulas, quase derrubei, derramando algumas lágrimas no processo. — O senhor, leu? — Quis saber, temerosa que ele pudesse abrir a boca. Aprovetei para passar os olhos nos termos da minha libertação. — Não senhora, sou... Levantei o olhar na sua direção. — Você é... — Incentivei a confessar. — Sou analfabeto. — Revelou-me tristemente, abaixou a cabeça e removeu a boina. — Desculpe, eu não sabia, não tinha a menor ideia. Embora possa imaginar que a terça parte dessa gente fosse no mínimo leiga, sem estudo e alguns não tinham o mínimo de educação básica. — Tudo bem. — Deu um fr

