>>> EPILOGO UM ANO DEPOIS DIONÍSIO Vê-los assim enchia o meu peito de felicidade, a alegria familiar aumentava cada dia mais. Ser pai era uma dádiva, um bem divino. Eu regozijo-me diariamente ao contempla-los. Os sorrisos deles era uma mistura de sinfonias angelicais, meu tesouro na terra. Nenhum ouro, ou qualquer outro bem material poderia se comparar a oportunidade de ter uma família tão bela quanta essa. A minha linda esposa se aproxima carregando nosso Diogo. Ele vinha andando orientado por ela, segurando na sua pequena mão infantil, caminhando devagar, as perninhas curtas, atropelando os passos. Sorrindo os dois para mim, ele soltou-se e veio correndo com aquele gingado que somente Diogo tinha. Fiquei preparado para toma-lo nos meus braços, abertos. Quando me alcançou
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