CAPÍTULO 47 RIO DE JANEIRO THÉO Os três dias haviam se passado tão rápido que eu m*l pude ver, como num piscar de olhos estávamos de volta a nossa casa, agora mais do que nunca nossa mesmo. Quando chegamos fomos recepcionados pelo nosso menino que veio correndo para os nossos braços. —Papai, Mamãe, que bom que voltaram—ele diz nos abraçando enquanto ainda estávamos na porta de entrada. —Vem Léo, deixa seus pais chegarem primeiro—minha irmã diz, pegando o pequeno em seus braços. Era visível o seu carinho com ele, aliás o carinho de todos com o pequeno, que chegou encantando a todos nós, enquanto estava na ilha, recebi uma mensagem do meu contato no cartório de registros civis, dizendo que o documento de Léo estava pronto e que deixaria na portaria. —Diana, chegou alguma encomenda par

