Capítulo Vinte e três — Mistérios Estranhos Ponto de Vista de Henry Reymond Encaro a prancheta em minhas mãos com algumas informações que me foram passadas sobre minha paciente. Começo a analisar o caso, pensando em quais técnicas melhor seriam utilizadas para realizar uma abordagem amigável. Ao me relembrar sobre a primeira vez que a vi, tentando fugir do loca, me traz a extrema certeza de que ela não gosta daqui, e pode não cooperar com a entrevista. Optarei, assim, por meios menos invasivos para que ela se sinta maior confiança e conforto em mim, uma vez que eu mesmo sei bem o quanto este lugar está fora de ser algo agradável. Seguindo meus passos para uma ala afastada da qual fui informado, meus pensamentos voam alto quase me afastando do que eu realmente deveria estar me concen

