Giovanna Glibert Pedi para ele não sair do seu lugar e corri rapidamente para o porão, entrei abrindo o freezer com algumas poucas garrafinhas de sangue "preciso caçar ou comprar sangue para encher o estoque" Peguei quatro garrafas e tranquei, voltei calmamente para deixar Edwin ainda mais ansioso, fui para seu lado colocando as garrafas na mesinha de centro, virei ofereço uma para ele. Era difícil definir sua expressão, pois, parecia ser muitas ao mesmo tempo, ele estava curioso, mas temia que tipo de sangue poderia ser. —Não é sangue humano, Edwin — Comento mostrando a garrafa. Peguei uma para abrir a tampa e o cheiro de sangue entrou pelo recinto. Tomei com gosto o néctar delicioso de sangue — Claro que sangue humano tinha seu gosto diferenciado, mas acostumei meu paladar ao sangue

