Capítulo — 7

1002 Palavras
Zangado Tava na casa da mandada ainda, não tava nem conseguindo mecher o braço pô. Maya: Oque foi isso no seu braço tio? Zangado: Nada pequena, o tio caiu de moto pô — fiz cara de sofrido. A mãe dela mandou ela ir tomar banho, ela foi reclamando mais foi. Atena: Tá melhor? — me entregou um comprimido com um copo de água. Zangado: Valeu mermo mandada, se não fosse você eu tava acabado. Atena: Não precisar agradecer não, eu que agradeço — sorriu sentando no sofá. Ela fez eu tomar café pô, falando que o antibiótico era muito forte que era para eu ter repouso e os caralhos tem como não pô. Zangado: Vou me sair, valeu por tudo aí — fiz um carinho meio desajeitado, na cabeça da pequena. Maya: Tchau tio. Atena: Precisar tô aqui — fiz legal. Sair da casa dela indo direto para boca, me dei logo de cara com o p@u no cu do boca. Boca: Tomou tiro pô? Zangado: Não tô brincando de ser manco do braço — falei na maior ironia. Boca: Tlgd que a moradora nova cuidou de você. Zangado: Só fez costura aqui, vocês viajam. Boca: Na tora? — eu balancei a cabeça que sim — vai revida quando? Zangado: Quem bate esquece. Boca: Quem apanhar lembra. Com isso eu não precisei falar mais nada, só ia deixar esse filho da put@ se aparecer bem porque quando eu pegar vai ser para massacra ainda mandar a cabeça para o covarde do pai dele. Fui lá na pensão hoje era dia de rango lá na lanchonete, a Maya que inventou isso e eu sempre ia mais os parceiros comer lá. Atena: Pode falar meninos — falou com a caneta e o caderno de sempre. Zangado: O mesmo de todas as vezes pô. Atena: Hoje não — apontou para meu braço. Zangado: Mais eu quero parceira — cruzei os braços e sentir a dor. Atena: Mais vai inflama seu braço, pode da problema. Boca: A dona tá falando chefe — bateu no meu braço. Zangado: Filho da put@ vou descarregar esse pente em você, o****o. Esperamos um pouco já que tinha gente na nossa frente, e Atena chegou com o meu prato. Tava na fome mermo pô, os cara tudo conversando cala a boca nem na hora do rango pô. A mandada por onde passava chamava atenção, que isso tmlc. Fui até o balcão pedi uma água e a Flora me deu, conheço ela mais não tenho i********e não. Vanessa: Oi gatinho — veio querer sentar em meu colo. Zangado: Pera ae mina, tá malucona pô. Me soltei voltando a minha postura, e arrumei as minhas correntes essas mulher tudo sem visão, rum fico cheio de ódio. Boca: Não dá moral — riu. Zangado: Vontade de encher de bicuda — os cara tudo riu. Acabou de almoçar e eu fui logo de marola para a boca, o braço começou a doer mermo. Mais eu tava aguentando ainda pô, não parei de fazer as paradas que eu tava fazendo não. ⏰️ Quando a dor aperto foi de noite mermo meu irmão, fui na casa da malucona lá já que eu não gostava de hospita1 e nem ia pô. Zangado: Foi ma1 te acordar pô — falei com ela que tava na porta — mais tá f0da aqui. Atena: Falei para tomar cuidado você tomou um tiro, ainda não me ouviu — ja foi logo falando — falei para vim trocar o curativo. Zangado: Tava no corre pô, não podia parar não. Atena: Se é mais importante então perca o braço — falou limpando a parada lá. Zangado: Tá maluca pô — neguei olhando para ela. Atena: Então continuar para você ver — falou rindo baixo. Filha da put@ é linda pô, posturada ainda rum. Atena ❌️ Eu não conseguia nem me mover quando o Zangado veio me beijar, ele aproximou a boca e me deu um beijo e eu não cedi e ele contínuo me beijando, passou a mão por dentro de meu cabelo e apertou a minha cintura, eu me arrepiei toda arranhando a nuca dele. Quando a falta de ar chegou a gente se separou, mais ainda ficou com a testa uma na outra. Zangado: Pedi desculpa não pô — falou baixo. Atena: Eu sei, eu não ia pedir — sorrir sem graça. Zangado: Te conheço pô — falou me puxando para o sofá. A gente ficou lá conversando e ele fazendo carinho na minha perna, até eu pegar no sono. Acordei com alguém segurando a minha cintura, levantei rápido e o Zangado gemeu de dor. Atena: Aí foi ma1, porque você dormiu aqui? Zangado: Não fiz nada com você não mina, achei que te deixar aqui sozinho o seu ex maluco poderia querer invadir aqui de novo pô. Olhei para ele concordando com a cabeça, homem maluco. Levantei e fui no banheiro escova os dentes, e ele entrou como se eu tivesse dado ozadia para isso. Atena: Você tem que ir embora, a minha filha pode acordar. Zangado: E qual foi? a pequena gosta de mim pô. Sair do banheiro e passei o olho para ver se Maya ainda tava dormindo. Fui fazer o café e coloquei o bolo na mesa com as xícara. O café ferveu é eu desliguei o fogo, pegando o quente frio e o cuador. Atena: Pode pegar o bolo — apontei para o prato e a faca. Zangado: Costumo comer essas paradas de manhã não mandada — falou colocando o café. Maya: Mãe — veio toda descabelada — bom dia. Atena: Bom dia meu amor — falei. Zangado: Bom dia ferinha — Bagunçou o cabelo dela. Zangado e Maya ficou lá conversando, e eu tava só ouvindo. Hoje eu não ia trabalhar então ia tirar o dia para ir comprar algumas coisas que ainda tava faltando. Zangado: Valeu aí mandada, vou me sair — me deu um selinho. Tipo do nada, eu tava achando que ele era maluco ou algo assim porque não é possível não.
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