Zangado
Tava na casa da mandada ainda, não tava nem conseguindo mecher o braço pô.
Maya: Oque foi isso no seu braço tio?
Zangado: Nada pequena, o tio caiu de moto pô — fiz cara de sofrido.
A mãe dela mandou ela ir tomar banho, ela foi reclamando mais foi.
Atena: Tá melhor? — me entregou um comprimido com um copo de água.
Zangado: Valeu mermo mandada, se não fosse você eu tava acabado.
Atena: Não precisar agradecer não, eu que agradeço — sorriu sentando no sofá.
Ela fez eu tomar café pô, falando que o antibiótico era muito forte que era para eu ter repouso e os caralhos tem como não pô.
Zangado: Vou me sair, valeu por tudo aí — fiz um carinho meio desajeitado, na cabeça da pequena.
Maya: Tchau tio.
Atena: Precisar tô aqui — fiz legal.
Sair da casa dela indo direto para boca, me dei logo de cara com o p@u no cu do boca.
Boca: Tomou tiro pô?
Zangado: Não tô brincando de ser manco do braço — falei na maior ironia.
Boca: Tlgd que a moradora nova cuidou de você.
Zangado: Só fez costura aqui, vocês viajam.
Boca: Na tora? — eu balancei a cabeça que sim — vai revida quando?
Zangado: Quem bate esquece.
Boca: Quem apanhar lembra.
Com isso eu não precisei falar mais nada, só ia deixar esse filho da put@ se aparecer bem porque quando eu pegar vai ser para massacra ainda mandar a cabeça para o covarde do pai dele.
Fui lá na pensão hoje era dia de rango lá na lanchonete, a Maya que inventou isso e eu sempre ia mais os parceiros comer lá.
Atena: Pode falar meninos — falou com a caneta e o caderno de sempre.
Zangado: O mesmo de todas as vezes pô.
Atena: Hoje não — apontou para meu braço.
Zangado: Mais eu quero parceira — cruzei os braços e sentir a dor.
Atena: Mais vai inflama seu braço, pode da problema.
Boca: A dona tá falando chefe — bateu no meu braço.
Zangado: Filho da put@ vou descarregar esse pente em você, o****o.
Esperamos um pouco já que tinha gente na nossa frente, e Atena chegou com o meu prato.
Tava na fome mermo pô, os cara tudo conversando cala a boca nem na hora do rango pô.
A mandada por onde passava chamava atenção, que isso tmlc.
Fui até o balcão pedi uma água e a Flora me deu, conheço ela mais não tenho i********e não.
Vanessa: Oi gatinho — veio querer sentar em meu colo.
Zangado: Pera ae mina, tá malucona pô.
Me soltei voltando a minha postura, e arrumei as minhas correntes essas mulher tudo sem visão, rum fico cheio de ódio.
Boca: Não dá moral — riu.
Zangado: Vontade de encher de bicuda — os cara tudo riu.
Acabou de almoçar e eu fui logo de marola para a boca, o braço começou a doer mermo.
Mais eu tava aguentando ainda pô, não parei de fazer as paradas que eu tava fazendo não.
⏰️
Quando a dor aperto foi de noite mermo meu irmão, fui na casa da malucona lá já que eu não gostava de hospita1 e nem ia pô.
Zangado: Foi ma1 te acordar pô — falei com ela que tava na porta — mais tá f0da aqui.
Atena: Falei para tomar cuidado você tomou um tiro, ainda não me ouviu — ja foi logo falando — falei para vim trocar o curativo.
Zangado: Tava no corre pô, não podia parar não.
Atena: Se é mais importante então perca o braço — falou limpando a parada lá.
Zangado: Tá maluca pô — neguei olhando para ela.
Atena: Então continuar para você ver — falou rindo baixo.
Filha da put@ é linda pô, posturada ainda rum.
Atena ❌️
Eu não conseguia nem me mover quando o Zangado veio me beijar, ele aproximou a boca e me deu um beijo e eu não cedi e ele contínuo me beijando, passou a mão por dentro de meu cabelo e apertou a minha cintura, eu me arrepiei toda arranhando a nuca dele.
Quando a falta de ar chegou a gente se separou, mais ainda ficou com a testa uma na outra.
Zangado: Pedi desculpa não pô — falou baixo.
Atena: Eu sei, eu não ia pedir — sorrir sem graça.
Zangado: Te conheço pô — falou me puxando para o sofá.
A gente ficou lá conversando e ele fazendo carinho na minha perna, até eu pegar no sono.
Acordei com alguém segurando a minha cintura, levantei rápido e o Zangado gemeu de dor.
Atena: Aí foi ma1, porque você dormiu aqui?
Zangado: Não fiz nada com você não mina, achei que te deixar aqui sozinho o seu ex maluco poderia querer invadir aqui de novo pô.
Olhei para ele concordando com a cabeça, homem maluco.
Levantei e fui no banheiro escova os dentes, e ele entrou como se eu tivesse dado ozadia para isso.
Atena: Você tem que ir embora, a minha filha pode acordar.
Zangado: E qual foi? a pequena gosta de mim pô.
Sair do banheiro e passei o olho para ver se Maya ainda tava dormindo.
Fui fazer o café e coloquei o bolo na mesa com as xícara.
O café ferveu é eu desliguei o fogo, pegando o quente frio e o cuador.
Atena: Pode pegar o bolo — apontei para o prato e a faca.
Zangado: Costumo comer essas paradas de manhã não mandada — falou colocando o café.
Maya: Mãe — veio toda descabelada — bom dia.
Atena: Bom dia meu amor — falei.
Zangado: Bom dia ferinha — Bagunçou o cabelo dela.
Zangado e Maya ficou lá conversando, e eu tava só ouvindo.
Hoje eu não ia trabalhar então ia tirar o dia para ir comprar algumas coisas que ainda tava faltando.
Zangado: Valeu aí mandada, vou me sair — me deu um selinho.
Tipo do nada, eu tava achando que ele era maluco ou algo assim porque não é possível não.