Cecilia Blackwood Quando meus olhos se abriram, havia um teto branco sobre minha cabeça e vozes discutiam ao fundo. Vozes femininas, onde uma delas me era muito familiar. — Ela é a minha filha! Não a sua! — ouvi minha mãe gritar e uma voz de uma mulher um pouco mais velha pareceu ainda mais irritada com isso. — Você me julgava como uma mãe r**m, mas foi pior ainda! Sua garota estúpida! — a ouvi reclamar e um bufar baixo surgiu de um terceiro ser. — Sofia… Angelina, por favor… se acalmem. — O terceiro ser, que tinha uma voz grave, pediu. — Nero, por que você nunca fica do meu lado quando essa ingrata está envolvida? É por você sempre ser mole que essa garota… A mulher mais velha parou no meio da frase e eu grunhi, tentando erguer meu corpo para encarar quem quer que estivesse ali

