CAPÍTULO DEZ

759 Palavras

CAPÍTULO DEZ Riley começou a imaginar o assassino. O que é que ele tinha sentido e observado quando ali chegou para encontrar o lugar perfeito de onde disparar? Ela queria tornar-se no assassino, aproximar-se o máximo possível para o poder compreender. E ela conseguia fazer isso. Era o seu dom. Em primeiro lugar, ela sabia, ele tinha que encontrar aquele lugar. Ela procurou, tal como ele devia ter procurado. Ao movimentar-se, sentiu uma pulsão misteriosa, quase magnética. Foi atraída até um arbusto. De um dos lados havia um espaço entre os ramos e o solo. Havia um lugar ligeiramente oco no chão naquele mesmo local. Riley debruçou-se e olhou atentamente para o chão. O solo naquele lugar oco estava limpo e macio. Demasiado limpo, Pensou Riley. Demasiado macio. O resto do solo naquel

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